Frase de Fabrício Hundou
C(ASA) o repique da libélula tamborilando o cácere desse teto-imenso-céu do meu quarto, sala e cozinha um pé direito alto um passo de cada vez as roupas já usadas ontem se espraiam nas encostas de cuatro cadeiras vazias y a mesa é a mesma cheia: orna fartura quando você está um bule no escorredor volta sempre pro mesmo lugar esperado um fogão ainda apagado um coração sempre tão aceso eu sou a casa você a asa desabrocham as flores de íris qu'eu pensei serem tulipas desabrocham as dores de saudade que eu pensei serem infinitas pero passa nas distais das'mnhas falanges o brim do jeans que esquecestes em meu balde meu oceano familiar ao teu tráfego meu dorso fértil eriçado ao teu beijo-occiptal dessa rede fiz teus braços quis um traço treco y trapo não vai ser o mal do abismo / espaço que teu amor vai me afastar
No pensador.ai desde