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Frase de Gilberto Damiani Martins

É Preciso Mudar. Às vezes me pergunto coisas que geralmente tenho “certeza”, o que me faz pensar que talvez a humanidade realmente seja muito mais complicada do que imaginara. Pessoas aprendem o tempo todo, mudam de estilo, de roupa, de amizades, de amores, de olhares, de VIDA, tudo muda, só permanece igual o que esta morto,porém este todavia “acaba”, some, inexiste pouco a pouco até lhe sobrar apenas os cabelos e unhas ou o pó. Aquele que vive, por exemplo, em uma interminável monotonia, aquele o qual não imuta, independentemente do que aconteça, bom este é o real “morto simbólico”, aquele que provavelmente é ou tronar-se-á imperceptível para com o todo ao seu redor. É correto afirmar que não se deve deixar influenciar pelo meio em que se vive, nem pelas pessoas com quem se convive, mas também não é isto que tento lhes dizer; Seja você mesmo, mas mude, seja vários de você, procure evoluir constantemente, viva intensamente, sorria sem ter um “porque”, perdoe mesmo aqueles que não querem seu “perdão”, diga sempre a verdade pois a sinceridade nunca será pior ou machucara mais que a “dor” da mentira cuja leva a ilusão, escute atenciosamente aqueles quais vem até você, estenda a mão a os que “precisam”, pois não existe nada mais ignorante e humilhante que escarrar naquele que “precisa” de ti. Olhe para os céus a noite, contemple o esplendor da natureza, erga a cabeça, descontraia seu cenho e renda-se a magnificência da vida, não deixe que nada o derrube, e caso perceba que isso possa vir a acontecer ou que já tenha acontecido, erga suas mãos para os céus e ore, pois existe “alguém” que sempre te ajudara a reerguer-se e antes de “qualquer coisa”: MUDE!

Gilberto Damiani Martins

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Pensador.com

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Outras frases de Gilberto Damiani Martins

"Pra quem entende um olhar, meia palavra basta, e um sorriso, pode falar"
Era só saudade Já vi saudades de todos os tipos, saudades de um ente querido que se perdeu, saudades da mãe que está a uma semana longe, saudade do pai, saudade do irmão, do amigo e até do cachorro, por todos os cantos do mundo e em todas as eras que já passaram ou ainda estão p…
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Era só saudade Já vi saudades de todos os tipos, saudades de um ente querido que se perdeu, saudades da mãe que está a uma semana longe, saudade do pai, saudade do irmão, do amigo e até do cachorro, por todos os cantos do mundo e em todas as eras que já passaram ou ainda estão por vir, ninguém cujo arrisca por seus pés neste planeta, estará livre deste sentimento, mas existe uma saudade cuja a dor é inexplicável, cuja gerações conseguintes tem experimentado, a saudade mais dolorida, que é a saudade de quem ama. Saudade dos beijos, do cheiro, da pele. Saudade da presença, do brilho no olhar de cada um, dos sorrisos e até das discussões. Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam que estavam próximos. Você podia ir para o centro da cidade tomar um sorvete e ela para o dentista, mas sabiam onde estavam. Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam que amanhã se veriam. Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor, Ou quando alguém ou algo não deixa que esse amor siga, que seja a distancia; Ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter. Saudade é basicamente não saber. Não saber se ela ainda usa aquela saia. Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia. Não saber se ela ainda fica noites em claro admirando a lua, nem mesmo se ele ainda pensa nela quando olha as estrelas. Não saber mais se ela parou de comer e tomar, besteiras como prometeu; se ele continua preferindo suco; se ela continua preferindo refrigerante; se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados; Se ela continua com aquelas covinhas lindas quando sorri, se ele continua sempre sabendo o que falar, se ela continua dançando daquele jeitinho atrapalhado que o deixa todo bobo; se ele continua cantando e tocando tão bem; se ela continua detestando o MC Donalds; se ele continua amando; se ela continua a chorar até nas comédias. Saudade é não saber realmente de nada! Não saber como encontrar tarefas que lhe façam pensar em outras coisas; Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos; não saber como frear as lágrimas diante de uma música; não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche. Saudade é não querer saber se ela está com outro sem que se saiba, que está fazendo ela rir, ou apenas rindo com as amigas, e ao mesmo tempo querer. É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos por isso... É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é não saber se quem te ama sente sua falta; Saudade é saber que vai reencontrá-la e ainda assim doer; Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você, provavelmente, está sentindo agora depois que acabou de ler...

O Tempo. Disse, com tom irônico De quem escuta,
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O Tempo. Disse, com tom irônico De quem escuta, No silencio da sutileza, Todas as certezas do universo; Disse como quem já sabia, Mas com o medo de não saber, Disse baixinho, Com a calma de quem compreende, Ensinou-te a acertar devagarzinho, Quando só o que sabias, Era persistir em não saber. Disse sem medo do que ia dizer, Mas disse com calma, Pois temia que não suportássemos Tudo de uma só vez. Dizer-te vai, com a ternura de um sábio, Que mesmo em silencio, Tudo consegue expressar, É derradeiro que entendamos, Os gritos mudos que ele dá, Ao pé de nossos ouvidos, Com intensos chacoalhares sutis, ou não, Tende a querer apenas tentar nos fazer despertar, Para uma realidade, todavia tão mais REAL. A simplicidade de existir, Coexistente a complicação de viver, E é o que nos torna humanamente: NÓS, Afinal, o que seria de nós, Se por devaneio do destino, Ele não nos fizesse, Sermos definitivamente, Nós.