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Frase de Pastorzinho Eliezer Kosta

Oh Cristo, divina luz Que a meus passos ilumina Seguramente conduz Tornando-me capaz De mistérios entender Jesus nascido Messias Paz eterna de todos os dias Amado Mestre Em Quem se compraz O que em minh’alma refaz Toda a força e poder de amar Reitero a entrega ao Amor que és Busco-Te antes de ter vindo a ser Procuro-Te deste a pré-história De minha humana constituição Hoje, corpo e alma, Nas frestas, arestas e desvãos Da imperfeição que sou Perder-me-ia no tempo Se preciso fosse Para que num só relance Quiçá, no momento final, Jamais me cerrem os olhos Sem que antes neles se perpetuasse A luz redentora da salvação, Tu mesmo, Preexistente à própria eternidade!

Pastorzinho Eliezer Kosta

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Pensador.com

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DEUS sem você vai continuar sendo DEUS...!!! e você sem DEUS o que SERÀ...?
Na abstração do silêncio Em que calo a própria voz, Penso apenas e tão somente,
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Na abstração do silêncio Em que calo a própria voz, Penso apenas e tão somente, Que ainda te ouço Mas, cauteloso, Avisa-me o pensamento Eras tu mesma, Então me pergunto: A quem procuravas, Ou pensavas encontrar? Já não é pretérito o amor, Não se foi? Ou crês ainda, possa ele voltar? Faze a ti mesmo, Serena confiança De não mais ter que sofrer Tua luz, a brilhar continue, E, à amada, dizei: Esquecer-te? Jamais! Eis nossa proposta final Que todo o amor partilhado Seja em mim O que do teu aprendi Unindo-nos assim, e doravante, Nesta comunhão perene, Marcante aliança contigo!

Era eu criança sonhava Com mouras encantadas Suas fortunas mágicas enterradas
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Era eu criança sonhava Com mouras encantadas Suas fortunas mágicas enterradas Beleza, impossível, e magia Este sonho de fadas Dava luz e amor a meu dia Pobre; cresci na grande pobreza Assim, nunca deixei de sonhar De encontrar um dia o tesouro Na água dos rios, no ar dos montes Talvez para alem do mar Tesouro, magia e mouras, encontra Com as lendas eu sonhava Com diamantes no rio Tornando-se em esplendor de luz Água, que enorme poderio Gerava corrente As noites frias sem sol as aqueciam Vi que as lendas eram verdades Que em criança eu sonhava Tesouros vinham das minas Em queda a água transformava Em luz que a escuridão aclarava Realidade, meus sonhos aclarava Finquei meus olhos nos livros Me ensinaram, abriram meu pensar E a chave de muitos sonhos Fizeram em mim transformar Por certos esses tesouros Minha mente acabava de encontrar Não acredito em fadas e mouras Acredito em tesouros na água e ar Tanta riqueza enterrada à espera Não acredito em bruxas ou rezar Acredito no nada, é minha a terra Acredito num ser supremo a governar.

11 de novembro no I ano do terceiro Milênio desmiolados por um deus de ódio e de pobreza fizeram o que ninguém pensava para tal ter gênio
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11 de novembro no I ano do terceiro Milênio desmiolados por um deus de ódio e de pobreza fizeram o que ninguém pensava para tal ter gênio deixando paralisados ricos, com medo de certeza pegaram nas palavras odientas presidenciais pegara na lenha que a riqueza tinha juntado chegaram fogo às idéias bárbaras descomunais deixando o mundo de liberdade todo enlutado o mundo chorou ao ver as imagens na televisão o desmoronar das irmãs gêmeas bonitas altaneiras a liberdade erguida para o espaço, o nosso coração ali se albergava gente de todas as raças e bandeiras quem foi?.... de certeza ignorância ódio e pobreza ensinamentos duma religião que não devia existir ensina a mutilar a mulher e não tem pão na mesa e de sangue inocente o mundo livre veio tingir quem é culpado?... ignorância pobreza e ambição dinheiro da droga que ninguém sabe de onde vem polípticos e riqueza que denegriram o coração esqueceram da ciência, daqueles que a não tem queria ver o terrorismo e ódio da terra desaparecer mesmo professores e alunos e crentes em fogo arder mas tenho pena que no meio disto sofram inocentes então preferia mais saber e igualdade entes as gentes formarem neste Milênio uma só religião, ciência e amor contenha apenas água ar pão, e trabalho mulheres e cor porque assim, em vinte anos as almas do mundo dobraram e a mãe natureza chorará por a todos não poder dar pão.