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Frase de Roberto José Faria de Gusmão

"Há uma antiga história que se passa através de gerações, ao longo dos anos, séculos e milênios, válida até os dias atuais. Trata-se de uma busca, muitas das vezes interminável, de algo que a maioria das pessoas não sabe ao certo o que é, mas que as motiva a procurar, ainda que involuntariamente, respostas para perguntas que nos afligem no dia-a-dia, tais como: Quem sou eu? De onde vim? Para onde vou? Por que estou aqui? Existe vida após a morte? Deus existe? Quem é Deus?! Muitos são os que procuram ao longo de suas vidas, mas poucos encontram, felizes daqueles que ao encontrarem, cultivem perenemente, tal e qual a chama tênue de uma vela na escuridão. Na maioria das vezes procuramos em diversos lugares, alguns distantes, não raro em peregrinações por outros países (caminhos de Damasco, Jerusalém, Machu-Picchu, Pasárgada ou Santiago de Compostela), outras culturas, outras civilizações, outras religiões, outras filosofias de vida. E, finalmente, quando alguns encontram o que tanto procuravam e dão por encerrada a busca, constatam que na realidade o que tanto buscavam sempre estivera com eles, muito mais 'próximo' do que imaginavam, no âmago de seu ser, aguardando tão e somente o despertar de sua própria consciência, para que lhes fosse revelada a essência divina, através da comunhão do "eu" menor com o Eu maior, através da sintonia com DEUS, Onisciente, Onipresente, Onipotente!"

Roberto José Faria de Gusmão

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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“Pouca valia terá uma bússola ou mesmo um mapa nas mãos de quem não sabe o que quer, para onde quer ir e o que procura. Quem não exerce com sabedoria seu livre-arbitrio não decide por si, terá sua existência sempre a mercê dos outros. Jamais será protagonista de sua própria histó…
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“Pouca valia terá uma bússola ou mesmo um mapa nas mãos de quem não sabe o que quer, para onde quer ir e o que procura. Quem não exerce com sabedoria seu livre-arbitrio não decide por si, terá sua existência sempre a mercê dos outros. Jamais será protagonista de sua própria história, de seu próprio destino, de sua própria vida!”