Frase de By Charlanes Oliveira santos
Devorada a tarde azul pelo laranjado solitário Em um instante um reflexo-memoria; lembranças da pele clara é tão bela... Caísse o sol no poente horizonte ouro,a tarde dolorida vermelho aquarela Impiedosamente a noite engole o dia em um céu baunilha Desperto sobre a luz da lua desaparecendo eu e o dia no horizonte traumático solitário a luz se dobra sobre o mar, opaca tão desigual Em lamento minha alma suspira o coração inquietude nesta tarde tão tétrica No estalo do sol sobre rocha um lamento fel Você não retorna, a noite vem só... Nas partículas turva sublinhadas meus olhos desamados em um estandarte mortal Nas alamedas sinuosas produzo ventos em silencio segredos imparcial no escarnio do prazer laminados By Charlanes Oliveira santos
No pensador.ai desde