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Frase de Josane Hodniki

Mania boba essa minha de querer escrever o que sinto. De querer escrever cartas de amor como se estivesse no século dezoito. De direcionar meus sentimentos a alguém como se houvesse uma necessidade de entendimento que ainda persiste. É como se o amor por si só fosse escasso de expressão. Que amar apenas não basta. Acredito – tamanha egocêntrica que sou – que a paixão destilada em palavras num papel ainda supera todos os outros gestos provenientes do amor. É como se as palavras trançassem fios de lãs e formassem um cachecol para esquentar um coração ligado ao meu. (escrito e setembro de 2007)

Josane Hodniki

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Se Nelson Rodrigues sentia-se como o menino que via o amor pelo buraco da fechadura Eu me sinto como aquela dona de casa que lava a gola da camisa do marido manchada de batom enquanto o verdureiro traz banana pra ela fazer doce O amor ainda me fascina feito garoto safado que esconde suas revistinhas embaixo da última gaveta

Qual o problema com os homens desse mundo? Assistam “o amor é cego” e entendam o que estou dizendo. Não que as magriiiiinhas não sejam adoráveis, mas faça um teste: convide alguma pra ir comer uma pizza. Melhor, convide alguma pra tomar uma cerveja comendo um “bilisquim”. Aliás,…
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Qual o problema com os homens desse mundo? Assistam “o amor é cego” e entendam o que estou dizendo. Não que as magriiiiinhas não sejam adoráveis, mas faça um teste: convide alguma pra ir comer uma pizza. Melhor, convide alguma pra tomar uma cerveja comendo um “bilisquim”. Aliás, não tem coisa mais ridícula, diga-se de passagem, para uma boa e conservadora magriiiinha do que chegar num bar e o acompanhante dizer: “uma cerveja e um bilisquim, fáfavor?”. É separação na certa, amigo. Agora, uma gordinha não. Pra ela, tudo é festa, companheiro. Pra ela, ir embora é realmente o que você deseja: comer um lanche no motel!