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Frase de Tiago Amaral

Na Imensidão Vazia A tristeza simplesmente me recobre e os olhos do gato alimenta a minha alma como o brilho das estrelas. E nada, nada poderia estar mais morto do quer cada pedaço de mim a vagar nessa solidão, tremulo. Em uma noite em que o meu corpo parecia estar frio, sempre frio, como um cadáver a descansar seus ossos em sua tumba junto de um silencio sepulcral ao redor. E minha alma a viver por ainda sonhar com o brilho daquele olhar pela noite morta caída sobre mim com o céu cheio de estrelas. E a lua a mim olhar e não a mim julgar nessa imensidão angustiantemente vazia. Estou vivo em meio a morte e a essa deusa chamada solidão a me seduzir ao tomar a forma de minha amada Carolina. Se formando na coisa mais linda que meus olhos já viram desde que se abriram nesse mundo doente. E a tristeza recobre a minha alma como um cobertor frio e molhado e ao mesmo tempo quente e morno me deixando ainda mais angustiado naquela imensidão vazia a onde no solo nada se via a não ser o vazio que ali havia. Então restava-me abraçar a solidão e foi o que eu fiz naquele vazio claro e silencioso cujo eu sentia-me perdido no espaço a vagar numa constante dimensão a onde a única coisa que me dava força era a luz do sol e a lembrança do brilho dos olhos de minha amada. E nessa dimensão dela mim afastava e então perante as estrelas durmo pensando nela.

Tiago Amaral

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Tiago Amaral

Escrevendo no meio do nada em uma cabana enquanto paro para observar a lua cheia e contemplar ela.
Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado…
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Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado a vagar parado, enquanto esperava com tamanha agonia a sua vez. E meio ao um corredor cujo em minha mente as paredes se rachavam enquanto tudo escurecia. E as luzes aparentava-se serem lâmpadas velhas, amareladas. E aqueles corpos vivos as esperas, pareciam diante dos meus olhos como almas a sofrer no purgatório dos vivos. E sentia-me eu como um anjo em um corredor de hospital abandonado. Cujo o teto gotejava por cima das teias que teciam as aranhas que ali moravam. Eu tinha então a sensação de pisar em pedras cuja tais pareciam serem úmidas e frias. Que eu sentia através dos meus pés toda a frieza daquele lugar, tão triste quanto sombrio. Era um corredor terrivelmente tenebroso diante de mim. E os meus olhos testemunhara toda aquela melancolia e tristeza. Eu sentia por dentro que minha alma não mostrava o que o meu corpo mostrava. Que era uma total completa sensação de tristeza e pena profunda. E todos que passavam pelo corredor caminhavam a sim com um semblante triste, preocupados, chorando em meio a uma agoniante, agonia profunda. Tanto que me doía a alma, então eu também chorava, de corpo como de alma. E tudo isso eu notei antes mesmo de entrar naquele hospital, no qual como anjo, me fazia tão mal.