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Frase de Rose Cunha

⁠Amo Muito! Amar é mesmo tão difícil, precisa ser assim, solene valoroso, impossível pois é no impossível que o melhor amor se revela... Amar o comumente belo, agradável, gostoso... isto fazemos até sem perceber! Mas, amar o difícil, o que para você é incompreensível, o que não te compreende, o amargo, o azedo... Sem ter sensação de dificuldade, amargor, acidez ou azedume, sem necessidade de compreensão. Isto sim pode ser pleno, este amor que, quando experimentamos e, conseguimos gozá-lo nos torna pessoas melhores... Hoje vi que este amor precisa ser exercitado pois é momentâneo, mora nos tempos difíceis, portanto precisamos nos abastecer desta capacidade durante os bons tempos. Guardando boas lembranças, nos embebedando de bons sentimentos, sobretudo de coragem. Amor inteiro, amor ao que não é belo no amado, ao amargo, ao azedo, ao difícil... A existência do contrário é que valoriza sua importância! Assim podemos saber o que é doce... Examinando o amado em sua completude, não hesitar em amá-lo, com suas feiuras, tragédias, rabugices. O Amado mundo, os amados filhos, os outros amados, o amado eu. Ainda não sei como fazê-lo... Mas ando me lambuzando em experimentações...

Rose Cunha

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Rose Cunha

⁠As crianças são o bálsamo do mundo. Estão ávidas em evoluir. Quando as ensinamos e corrigimos suas falas, elas nos repetem, às vezes repetem sozinhas em frente ao espelho, se divertem com o erro e batem palmas pra si mesmas quando acertam.
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⁠As crianças são o bálsamo do mundo. Estão ávidas em evoluir. Quando as ensinamos e corrigimos suas falas, elas nos repetem, às vezes repetem sozinhas em frente ao espelho, se divertem com o erro e batem palmas pra si mesmas quando acertam. Correm para nos mostrar que aprenderam, para que comemoremos juntos... Ah... As crianças Não chamam evolução de mi mi mi Não se dobram aos vícios, riem de terem errado antes, adoram estar evoluindo... Quem corta esse cordão, quem tira essa pilha... Aquelas pequenas criaturas andam pelas ruas refazendo seus passinhos de balé... Batem bola qualquer hora, transformam brinquedos, qualquer hora do dia, em qualquer lugar se orgulham em estar aprendendo. Quem desliga essa energia que move ao alto a alma humana, e os transforma em rabugentos reclamantes quando são convidados a refletir sobre seu comportamento e linguagem opressivos, inadequados, assediosos? Qual é defeito do equipamento humano que nos faz empacar na justificativa de não termos intenção ora em magoar, ora oprimir, ora cometer racismo ou sexismo? Qual é a peça que desgasta e some? Qual seria o elixir? Em qual fonte beberemos a dádiva de evoluir sem reclamar?

⁠Gregos escravizavam até gregos, romanos escravizavam até romanos, conquistadores escravizavam conquistados (melhor dizendo: invasores escravizavam invadidos) E negros escravizavam negros... Até hoje há escravidão...
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⁠Gregos escravizavam até gregos, romanos escravizavam até romanos, conquistadores escravizavam conquistados (melhor dizendo: invasores escravizavam invadidos) E negros escravizavam negros... Até hoje há escravidão... Mas nada diminui o fato de que o povo negro “ou quase negro, ou quase branco" ainda não está livre. Nem no Brasil e em nenhum lugar.