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Frase de Salomão B. Miguel Domingos

⁠Reflexão sobre o Novo Ano O advento de um novo ano implica a necessidade de estabelecer novos rumos, perspetivas, objetivos e metas a alcançar. Trata-se de um momento propício à renovação interior, à redefinição dos propósitos e à elevação do pensamento para patamares mais elevados de existência. A transição para um novo ciclo não se esgota na mera passagem do tempo; exige, antes, uma transformação consciente, que inclui o afastamento de relações tóxicas ou de pessoas cuja presença não acrescenta valor à nossa jornada. Tal mudança, contudo, deve ocorrer com discrição e serenidade, sem necessidade de proclamações ou alardes. O novo ano só se revelará verdadeiramente novo se nos libertarmos da inércia do conformismo e, sobretudo, se alterarmos a nossa atitude perante a vida. Neste novo ciclo, tudo o que se ergue como um obstáculo ao nosso crescimento deve ser objeto de renúncia consciente. A verdadeira competição não deve ser travada contra outrem, mas antes connosco próprios, na incessante busca pela superação e pelo aperfeiçoamento pessoal. A vida só adquire pleno valor quando somos íntegros nas nossas escolhas, permanecendo fiéis à verdade que habita em nós. Lisboa, 2 de Fevereiro de 2025

Salomão B. Miguel Domingos

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Salomão B. Miguel Domingos

⁠O insipiente presume que tudo quanto observa, ouve e pensa é digno de ser manifestado, acreditando que suas impressões não carecem de qualquer filtro ou ponderação. Em contraste, o sábio compreende a importância da moderação e da prudência, reconhecendo que nem todo pensamento m…
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⁠O insipiente presume que tudo quanto observa, ouve e pensa é digno de ser manifestado, acreditando que suas impressões não carecem de qualquer filtro ou ponderação. Em contraste, o sábio compreende a importância da moderação e da prudência, reconhecendo que nem todo pensamento merece expressão e que, por vezes, o silêncio é mais eloquente que a palavra. Assim, ele escolhe criteriosamente o que dizer, atento ao impacto de suas palavras e ao valor da sua própria idoneidade. Esta postura permite-lhe manter o respeito e a confiança alheia, pois não se deixa levar pela impulsividade, mas sim pela razão e pela temperança. Lisboa, 11 de Novembro de 2024

⁠ " As nossas decisões e, sobretudo, as nossas escolhas têm o poder de determinar um futuro próspero ou desastroso. Por essa razão, é fundamental saber escolher, evitando, assim, a tendência de ver o diabo em todas as coisas e de culpar os inocentes pelos infortúnios. O homem e…
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⁠ " As nossas decisões e, sobretudo, as nossas escolhas têm o poder de determinar um futuro próspero ou desastroso. Por essa razão, é fundamental saber escolher, evitando, assim, a tendência de ver o diabo em todas as coisas e de culpar os inocentes pelos infortúnios. O homem e a mulher possuem a capacidade de moldar o seu próprio futuro. Não permita que as emoções predominem sobre a razão; seja ponderado, adote uma postura racional e esteja atento aos sinais que a vida lhe apresenta." Lisboa, 15 de Novembro de 2024

⁠ " Somos imperfeitos e pecadores, tanto para com o nosso próximo como para com Deus; contudo, o mais grave erro que podemos cometer na sociedade é o de buscarmos justificação perante aqueles que julgam sem ouvir a outra parte, perante os insensatos e, sobretudo, perante os narc…
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⁠ " Somos imperfeitos e pecadores, tanto para com o nosso próximo como para com Deus; contudo, o mais grave erro que podemos cometer na sociedade é o de buscarmos justificação perante aqueles que julgam sem ouvir a outra parte, perante os insensatos e, sobretudo, perante os narcisistas. Sê prudente e contempla o Altíssimo, pois, a seu tempo, Ele te justificará." Lisboa, 2 de Novembro de 2024

Reflexão Jusfilosófica e Política Não se afigura racional que uma nação se declare um Estado Constitucional, comprometendo-se com os princípios do Estado Democrático, Republicano, Multipartidarismo, separação de poderes e, acima de tudo, com a tutela dos direitos humanos fundame…
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Reflexão Jusfilosófica e Política Não se afigura racional que uma nação se declare um Estado Constitucional, comprometendo-se com os princípios do Estado Democrático, Republicano, Multipartidarismo, separação de poderes e, acima de tudo, com a tutela dos direitos humanos fundamentais, tais como o direito ao voto. Promovem-se eventos eleitorais — a “festa da democracia”, quer em eleições gerais, quer legislativas — e, ainda assim, não se respeita rigorosamente a vontade popular na eleição do Presidente da República (...), anulando, desta forma, a soberania popular. Se a intenção é permanecer no poder ao arrepio da vontade do povo, não seria mais coerente declarar-se um Estado de orientação Comunista, onde o monopartidarismo prevalece? Lisboa, 27 de Outubro de 2024