Frase de Dvero
Olho para o céu, sinto-me flutuando em um presente amargo Converso com o tempo que, outrora fora meu amigo, e hoje encontra-se perdido Sinto o peso das palavras, a intensidade dos seus anseios e as ilusões cortantes d’alma. Diga-me sentimento ordinário, me diga o que fazes ai? Por que engana-me neste labirinto enigmático? Deixe-me ouvir o murmurar do futuro abraçar o meu interior Olhar para o meu Amor de primavera Jurar juras de amor ao meu amor Cantar ao alvorecer a mais nobre das canções angelicais olhar para o nosso passado estrelado e viver eternamente na doçura dos sonhos!
No pensador.ai desde