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Frase de Ana Neto

Ok...vida, ok! Eu cedo, eu baixo as garras, eu me entrego! Feliz agora, vida? Mais feliz certamente por ter mais um guerreiro anulado. Deves estar às gargalhadas porque afinal, sua ignóbil, venceste...mas venceste cobardemente! Asfixiaste-me, tiraste-me o ar que eu precisava para caminhar. Só mesmo assim! Batias-me com as portas e eu abria-as Cerravas-me os caminhos e eu trilhava-os Embebedavas-me a saúde e eu ainda assim...vigorava Tiravas-me o sol e eu brilhava Sacudiste-me os sonhos e eu alimentava-me até da sua sombra Tudo, tudo fazias e fizeste! E eu, aí estava, de sorriso nos lábios a atormentar-te a força. Ah vida... tanto que penaste para me derrubar... SUA COBARDE! ASFIXIASTE-ME! Enclausuraste-me! E eu cedi. Mas cedi temporariamente. Garanto-te, escuta bem: EU VOLTAREI!

Ana Neto

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Ana Neto

Tem mais visão todo aquele que, cego, cria sonhos e chega mais além, do que quem no esplendor do brilho dos seus olhos não enxerga mais do que um palmo à frente do seu nariz.
Aos meus filhos, nada dei. Não dei casas não dei carros não dei casacos de cabedal nem telemóveis de marca.
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Aos meus filhos, nada dei. Não dei casas não dei carros não dei casacos de cabedal nem telemóveis de marca. Não lhes dei sequer alimentos exóticos, paladares requintados nem viagens pelo mundo. Dei-lhes apenas um teto de Sol um colchão de sonhos alimentos para a alma palavras e silêncios. Dei-lhes ouvidos e atenção. Dei-lhes um livro em branco e as competências para o escreverem com as suas próprias mãos.