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Frase de Massáo Alexandre Matayoshi

Rompendo A Inércia Do Destino Percebemos o quanto estamos tristes e ausentes de felicidade quando sorrimos por tudo aquilo ou aqueles que por uma simples distorção de entendimentos dúbios nos arrancam um sorriso. Ou quando nosso coração disparam em cenas fictícias sentimentais com finais felizes ou que até mesmo as que poderiam haver. Pintamos um final nas vidas alheias repletas de possibilidades do encontro com a real felicidade, mas nos esquivamos de delinearmos um único e simples caminho para o nosso próprio sucesso, seja ele profissional, educacional ou sentimental latente no interior da vontade. Será que devemos mesmo agradecer ao nosso bom Deus por tudo aquilo que temos sem reclamar ao compararmos com quem menos se tem? Reclamar nem sempre é quebrar os pratos que nos alimentamos, mas um lance em que acordamos de um sono profundo de fracassos, que ao erguermos os braços decidimos lutar, prosseguir mais um pouco deixando a inércia do destino caminhar de acordo com nossa vontade e não com os procedimentos preparados pelo o que a vida tem a nos oferecer. Olhar para si ou ao redor e se contentar com o que se tem, é por fim a uma vida repleta de possibilidades previsíveis de conquistas infindáveis. Se pararmos para pensar, poderemos prever prejuízos mas nunca os ganhos, porque os ganhos independem de aceitação mas as perdas sim. Ao se comparar com algo ou alguém, se sinta capaz em conseguir algo semelhante, não idêntico, mas algo melhor ou equivalente pois a força de cada um não se aumenta com exercícios físicos mas intelectuais. Decidir uma vida pode concluir uma geração e o deixar de fazer quando se deveria, a vicia, contamina e consequentemente a extermina. Autor: Massáo Alexandre Matayoshi

Massáo Alexandre Matayoshi

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Pensador.com

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MODALIDADES DE PAIS (artigo próprio) Nas narrativas da vida, se aprende que existem 3 (três) modalidades de pais. Não acrescente um quarto pois não existe.
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MODALIDADES DE PAIS (artigo próprio) Nas narrativas da vida, se aprende que existem 3 (três) modalidades de pais. Não acrescente um quarto pois não existe. 1º = Não fui nem serei e não me importa o que meus filhos sejam. 2º = Não fui nem serei, mas meus filhos serão. 3º = Eu fui e serei e meus filhos também serão. No primeiro vemos os pais que não tiveram objetivos, que não se interessaram em ser mais do que a vida lhes ofereceu, se abstendo de crescer em si mesmo e com isso, não se importam com o futuro dos filhos. O importante é que cresçam com saúde e que se desviem do mal. Na segunda opção temos os pais que agregam aquilo que não conseguiram ser e que jogaram a toalha para um futuro promissor onde os parâmetros desse futuro são jogados aos filhos para que possam ser e ter aquilo que não tiveram a condição de serem. Denominada de competência subordinada. Na terceira hipótese temos os pais que foram, continuam sendo e querem que seus filhos sejam também. Se forem melhores sem problema, mas piores jamais. Mas porque tudo isso? Quando citamos Penalidade Jurídica, precisamos estudar criminologia onde descansa os princípios que direcionam ou educam um jovem a criminalidade. Grande culpa disso provem dos pais. Por isso, saiba como educar seus filhos e como os encaminhar na vida, não sendo um ditador do que é certo ou errado, mas dando o exemplo para aquilo que ele deve ser e se abster. Massáo Alexandre Matayoshi

Fatos Existenciais A melhor pessoa não se qualifica pela quantidade de amigos que tem, mas pelos inimigos que não tem. No mundo ou universo, existem seres que fazem de tudo um pouco e os que fazem muito bem o pouco que sabem.
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Fatos Existenciais A melhor pessoa não se qualifica pela quantidade de amigos que tem, mas pelos inimigos que não tem. No mundo ou universo, existem seres que fazem de tudo um pouco e os que fazem muito bem o pouco que sabem. Existem os que tudo aceitam e oferecem e os que pouco se aceitam pela personalidade de querer o melhor e não o necessário para no após oferecer a dádiva correta e verdadeira a quem lhe cedeu. Na existência existem os que apenas existem e o que querem existir mesmo sendo sua existência apenas um fato e não um acontecimento existencial e fundamental para si e para outros. Esticar os braços para alcançar nem sempre nos da condições para obter, pois o tocar é mero vislumbre que pode não condizer com a verdade dos fatos, mas visualmente o que tocou era seu e continua sendo, não para si, mas para quem a viu tocar.