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Frase de Matheus Matos

⁠Indecisão Estarei aqui De baixo dessas estrelas Onde a brisa do mar nos abraçou Onde o meu guia jamais me calou Onde eu sei que você me deixou Estarei aqui Desejando um beijo seu Procurando qualquer sinal que se perdeu Na esperança de tocar-te... esquecendo o meu lado ateu Estou aqui... para variar Criando utopias em susurrurar Para ninguém ouvir o meu rogar Para ninguém desejar as formas... o seu tocar. Será que estarás aqui? Me pergunto ferozmente Com a saudade corroendo a minha mente Me perdendo nesse deserto ardente Que é a solidão. Não aguento mais procurar Vou embora sozinho a pensar Será que o meu amado me esqueceu no além do mar? Espero que você não tenha outro alguém Mas se estás feliz, posso seguir também. Aguentei bastante, desejo que saiba disso Minha esperança foi forte, mas eu tenho juízo Não irei esquecer de você, nem pretendo, meu amado Mas o afago da saudade me deixa desequilibrado Na corda bamba do seu amor aclamado.

Matheus Matos

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Pensador.com

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⁠Confusão Devaneios noturnos, sempre me deixam confuso Fico a imaginar como seria seu beijo ao me tocar
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⁠Confusão Devaneios noturnos, sempre me deixam confuso Fico a imaginar como seria seu beijo ao me tocar Viver nessas viagens imaginarias, me fazem padecer em solidão Embora, eu esteja acostumado com tal situação Mas, o sentimento de frustração consegue me assustar Sempre me pergunto "será que essa é a forma certa de amar?" Em seguida, fico à esperar de uma resposta do além, mesmo eu sabendo que só irei aguardar o que me convém. Essa paixão conseguiu suprir sentimentos, nos quais há tempos não acalantara meu coração. Não sei se o agradeço, ou solto de minha mão. Estou tentado em: esquecê-lo e me criar em você. És tão poesia, que escrevo sobre tu És tão singular, que atrai-me a ti És tão peculiar, que me encanto ao descrevê-lo És tão adorável, que antes de dormir vou orar para um dia, Deus me trazer você.

Falta ⁠A perda é singular E eu não imaginara
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Falta ⁠A perda é singular E eu não imaginara Que em mim teria Tanta voracidade Até sentí-la A aflição da saudade Me mantém vivo Entristecidamente vivo Sobre falsos sorrisos E gestos calmos Me mantenho Para nunca mostrar A dor da falta Na minh'alma

Anarquia A distração faz-me perder o foco da ansiedade, para produzir êxtase em minha sanidade; Uma anestesia capaz de enganar a aflição da minh'alma;
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Anarquia A distração faz-me perder o foco da ansiedade, para produzir êxtase em minha sanidade; Uma anestesia capaz de enganar a aflição da minh'alma; Ouço o gorjear da calmaria, sinto uma leve sensação de euforia; São a partir desses momentos que questiono o meu sofrer, preso num quadrado onde tanto recebi prazer; Agora volto a me coroer; Com questionamentos sem nenhum proceder: Por que a ansiedade cega a realidade? São coisas que eu nunca irei saber.

⁠Minhas memórias. A lembrança do seu sorriso foi intenso Tirou o meu sono, deixou-me sofrendo
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⁠Minhas memórias. A lembrança do seu sorriso foi intenso Tirou o meu sono, deixou-me sofrendo Como faço para reviver aquela lua cheia? Estou desejando-a tanto, não consigo conter tamanha abstinência Agora entendo minha condolência.. Noites se passam, e o seu olhar em minhas memórias Conseguem brilhar Mais que a lua Pode parecer exagero Mas é a verdade nua e crua Os seus detalhes eram invejados pelos mortais Cobiçados pelos animais E amado por mim O homem que nunca quis machuca-lá Pelo contrário, apenas quis toca-lá Onde ninguém jamais conseguiu.