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Frase de Henrique de Paiva Resende

Queria poder pegar a sua mão e correr pra algum lugar bonito; um campo, quem sabe. Queria poder sentir o seu abraço em meu corpo frio. Poder ver que você é verdadeiramente real. Poder ouvir sua voz e fazer você me ouvir gritar o quanto eu te amo. Queria ver você, só por um instante, e dizer o quanto você se tornou importante pra mim. Uma parte que não é mais possível remover de minha humilde minha alma, uma parte inevitável do meu ser. Sem você é como se eu não pudesse realmente viver (e não estou exagerando, não agora). Isso se resume no que as pessoas dizem como "Eu te Amo", e que eu resumo em algo como ''Minha alma grita pelo seu sorriso e por você."

Henrique de Paiva Resende

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Henrique de Paiva Resende

É uma questão de tempo pra eu encontrá-la novamente. Sentir abraços, sentir carinhos, sentir coisas que não são normais ao meu ser, sentir um frio súbito na barriga. Sentir saudade até quando ela vai dormir na sala ao lado. (Eu não gosto quando ela faz isso. Cabem dois corpos num…
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É uma questão de tempo pra eu encontrá-la novamente. Sentir abraços, sentir carinhos, sentir coisas que não são normais ao meu ser, sentir um frio súbito na barriga. Sentir saudade até quando ela vai dormir na sala ao lado. (Eu não gosto quando ela faz isso. Cabem dois corpos numa cama de solteiro sim!) Ela implora para que eu agüente firme, mas algo me preocupa: Até quando? Quando é que eu vou conseguir anular toda essa necessidade dela que surge em mim a cada dia? Não, não é fácil. É como ter a melhor parte de ti em outra parte do mundo. Eu busco. Busco na noite, busco as mãos dela no escuro; busco até no claro. E encontro só o silêncio. Ela está no silêncio também. Ela está em mim. Dentro e fora.

- Você faz uma aspas no braço esquerdo, e eu faço uma no braço direito. - Ou senão nos dois braços. - Não! Eu imaginei assim: se tiver um mundo inteiro entre nós, nós sempre seremos o começo e o fim do outro. Entende?
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- Você faz uma aspas no braço esquerdo, e eu faço uma no braço direito. - Ou senão nos dois braços. - Não! Eu imaginei assim: se tiver um mundo inteiro entre nós, nós sempre seremos o começo e o fim do outro. Entende? Ad Infinitium.

Eu não vou tentar te confortar com palavras faladas. Vou te abraçar e fazer cafuné. Se isso te deixar melhor, você ganha um beijo e uma bala. E só. Mas tem que ser de noite. Quando não tiver ninguém vendo.
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Eu não vou tentar te confortar com palavras faladas. Vou te abraçar e fazer cafuné. Se isso te deixar melhor, você ganha um beijo e uma bala. E só. Mas tem que ser de noite. Quando não tiver ninguém vendo. No escuro.