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Frase de Wesley Nabuco

A historia de um amor um tanto misturado, de um lado café forte e amargo, do outro leite morno e gostoso. Um dia o café, foi ao encontro de sua pura amiga água, ela estava nervosa, fervia que só ela! E foi assim que tudo começou, numa conversa que ali se misturou, desceram a boca da rua do coador, escorregaram sobre o coador, seguiram firmes e como sempre misturados, quando desceram a rua do coador, cairam sobre um grande buraco, se encontravam na rua da cafeteira, beco apertado que só, alguma coisa havia os prendido, parecia que aquela rua não tinha saída nem volta, de repente uma luz surgiu, cairam novamente, estavam dentro de um cilindro ou pelo menos era o que parecia, meio raso, mas cabiam. Chegou uma moça, se chamava leite era branquinha, corpulento, beldade era ela, doce devia ser. Café ficou nervoso, que fez o pobre do copo transpirar, sua grande amiga, saiu por toda aquela transpiração, café já era mistura, já não precisava da água pura, reinava dentro do copo. Leite foi jogada aos molhados de café, ele se assustou, mas o café gostou. Leite era quase fria, mas meio quente, café logo sorriu. Faltava algo, o anjo Colher, logo soube do ocorrido, já conhecia café, foi logo se achegando. Colher era anjo de amor, chegou bem no pé da fumaça de café e falou:- Café, vou te dizer o que falta pra essa branca ser sua, permita-me entrar e misturar vocês, vai demorar muito não. Colher logou se movimentou em pro daquele belo casal, se mexeu de um lado pro outro, é parece que deu certo, o café que era só café, leite que era só leite, se apaixonaram, seguiram ao futuro estomago, FIM.

Wesley Nabuco

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Mistura Versão 3 - Completa. Nordestino (Nordeste de minha lembrança, o tempo leva a chuva, a união sustenta o tempo com a mistura das peles. Saboreio a eternidade cultural, prestígio a saudosa tribo! União...união, lembranças da escravidão, índios e seus espelhos refletindo os medos. No aperreio do memorar a seca veio de morar, meus olhos vieram a alagar por Kariris e irmão Aduke. Lembro e cuido da minha amada lembrança, bumba e seus barulhos a passar.) Negro e Índio (A união do pensamento e do olhar, minha pele, meus cabelos, minha liberdade, nessa luta nos unimos, em cultura viramos mis-tu-ra! Brasileiros...Brasileiros em espirito... guerreiros que foram trazidos, exportados, destruídos!.) Nordestino ( É, ainda posso ouvir-los minutos antes de se erguerem para entrar na história.) Índio ( Grito do meu povo refletido nos olhos de uma pálida pele portuguesa.) Negro ( Chicotes e gemidos de minha mãe! Na dança, no batuque, escuto a voz de meu pai :- Resistance . Oxalá traga à paz. ) Nordestino ( Passa boi, passa boi-bumba, enquanto dançam os chamados mulambos, gritam os pardos em cima dos galhos.) Negro e Índio ( Cante em meu peito liberdade! Cante nos rios e nos mares! Cante em meu peito cultura, me sustento em teu seio enquanto prematuro!) Nordestino ( Meus pés gritam para Deus, porque tirou de um filho seu a água que banha a vida? Minha luta, minha labuta, o pensamento embebeda, os olhos escorrem meus molhados pingos.) Negro ( Mãe! Deixe passar o boi! Deixe o boi passar! Festeje essa dor, alegre-se pelo que a de mudar.) Índio ( Anauê Arebo. Salve a cada dia. ) Negro (Ṣaaju ki ọjọ to pa ọ. Antes que o dia te mate.) Nordestino. ( Antes que o tempo lhe leve, sem te tornar PARTE.)