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Frase de Murilo de Farias

O malefício da dúvida Quando foi que o amor deixou de ser suficiente? Em que momento perdi sua atenção ? Me dediquei aos problemas do mundo e da mente mas esqueci do coração. Amor em mim nunca faltou Me entristece acreditar que meu tudo pode lhe ser pouco. As vezes acho que q a vdd está na minha cara As vezes acho que estou louco Te sinto ausente e não me refiro somente ao seu corpo será uma autodefesa da sua mente ou o último resquício do seu esforço Não vou lutar por vc apesar de que lhe entregaria minha vida és livre para seguir o seu caminho vá em frente se essa for a saída Seguirei sozinho mesmo não sendo minha primeira escolha Viverei de livros e vinhos meus filhos serão um infinito de rolhas.

Murilo de Farias

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Eu estava a sós com meus atos, e me incumbi ao fato de enfrentar meus demônios, uma guerra fria, onde o campo de batalha era minha mente, fluidos de uma boa vodka, embalados pelas canções de Van Morrison. Eu precisava de um tempo de todo o resto, e pretendo sempre me permitir a e…
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Eu estava a sós com meus atos, e me incumbi ao fato de enfrentar meus demônios, uma guerra fria, onde o campo de batalha era minha mente, fluidos de uma boa vodka, embalados pelas canções de Van Morrison. Eu precisava de um tempo de todo o resto, e pretendo sempre me permitir a enfrentar adversário tão digno que me mostrou verdades de uma ótica singular, natural de um verdadeiro virginiano. Privou-me de meias verdades, me libertou de palavras doces mostrando-me que só acerta aquele que suporta o medo de errar. Em visitas a situações oportunas, na busca da definição de uma personalidade, no questionamento do caráter, na diferenciação entre sentimento e razão, me vi nu frente ao coletivo, pois me comparando ao melhor que posso ser, me ridicularizei, mesmo diante a tantas conquistas, tantas vitórias, me sinto pouco, feliz com o que sou, triste com o que demonstro ser, e infeliz com o que esperam de mim. E ao final dessa valiosa garrafa, e não estou me referindo ao seu preço, nem tão pouco sua extinção, mas o fim da pecúnia que nesta noite me incorria, as conclusões voltavam a não ser tão conclusivas, a expectativa pelo incerto, inesperado e desconhecido voltara a alimentar minha mente, mesmo não gostando de depositar minha felicidade na projeção de algo ou alguém que nem sei se existe, ou se um dia vou ter chance de conhecer ou de identificá-la. Mas o que é a felicidade se não a esperança, o sonho existente no curto espaço de tempo entre o passado, futuro e o presente.