Frase de Giovane Silva Santos
Quem é a sociedade, quem é o povo? Indagação, conotação. Essência, real, natural, artificial, virtual. O sistema que dá calafrio, vulcão. Aquece a energia, vigia, disciplina, opressão. A vida artificial, laboratório da colisão. Desafiar o altíssimo é loucura viva, fatal, mortal. Não aceito esse intento sufocante. O martelo que usa inocente como errante. Que constrói e articula a vida marginal. Intento opressor, vida paralela. Quantos presidentes existem. Quantos ataques o povo resiste. Quem é a sociedade, são estes donos do laboratório. Quem é o povo, reféns, prisioneiros, subordinados e tal Bem sei que muitos negociam no câmbio negro. A moeda, escambo de troca. Ora, que o engano não me alcance. Sim, que o oculto não me dane. Veja, que o desafio intento desse sistema. Não, as artimanhas não crie dilemas. Então, o cajado, a arca, as tribos. As tábuas, o cordeiro, a cruz. A queda das muralhas, o maná do céu. A Sarça, a queda de faraó. Enfim, do sobrenatural que falo. A este me rendo e calo. Outrossim, aliança que manipula. Não, então esquadrinha e veja meu coração senhor. Veja o coração do Brasil, veja o que corre no sangue. Examina minuciosamente cada implante na mente. És somente tu oh pai, pelo nome de Jesus. Que pode frustrar a esquizofrenia que tenta controlar, conduzir teus filhos à margem do engano. Pois o juízo, a espada do homem é covarde e diabólica. Entrego meu respirar no teu colo oh pai. Que posso fazer eu para ajuda-lo nesse intento. Giovane Silva Santos
No pensador.ai desde