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Frase de Nelson Rodrigues da Costa

O poeta da triste figura Inspirado por D. Quixote, contemplo o mundo com esperança, carregado de idealismo, nostalgia e honra. No meu peito, pulsa o coração de um sonhador, alimentado pelo desejo fervoroso de ver a humanidade e o mundo ao meu redor alcançar sua mais nobre e elevada essência. Sou um eterno idealista, espero sempre o melhor, mesmo quando o horizonte se mostra tempestuoso e sombrio. Sonho com o V império, aquele renascimento espiritual que impulsionaria a sua essência mais profunda para o cenário global. Avanço cautelosamente, passo a passo, sem temer fazer o ridículo por me agarrar firme à convicção de que vale a pena erguer o estandarte dos valores que parecem esquecidos e enterrados. Em meio às brumas do tempo, encontro a melodia da nostalgia e da melancolia, uma canção que ressoa profundamente em mim. Sou tocado pela tristeza que vem da percepção da imperfeição do mundo, mas tento vislumbrar beleza mesmo nas sombras que cobrem o mundo profano. O meu sentido de integridade e retidão guia os meus passos, são os valores que me mantêm firme no meu propósito, mesmo quando o universo, e eu mesmo, questionamos a minha sanidade. Sigo um código de conduta que pode parecer antiquado aos olhos do mundo, mas que para mim representa a essência mesma da integridade e da autenticidade. Assim, como poeta da triste figura, sou uma sinfonia de contradições, navegando entre sonhos e realidade, idealismo e desilusão, coragem e vulnerabilidade. Sou um reflexo da complexidade da condição humana, buscando incessantemente por significado e beleza num mundo que muitas vezes parece indiferente à minha busca.

Nelson Rodrigues da Costa

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Pensador.com

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Veem-me cinzento. Mas não é por falta de cor — é por não pintarem devagar.
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Veem-me cinzento. Mas não é por falta de cor — é por não pintarem devagar. Não sou o que mostro. Sou o que seguro para não cair. O que calei para não ferir. O que deixei por dizer para não gastar palavras em vão. Aprendi a vestir sombras com a dignidade de quem sabe que até a noite tem camadas. Ergui castelos no ar com mapas rasgados. Com linhas tortas, sim, mas desenhadas com silêncio aceso. Não procuro a luz para brilhar… prefiro arder por dentro a que me apontassem o fogo. E quando me tentam convencer falsamente que o mundo é preto ou branco, guardo as cores no bolso. Não para esconder — mas para aqueles que as querem mesmo ver. Sou feito de todas as coisas que não se veem à primeira. De silêncios que gritam. De memórias que ainda não aconteceram. De palavras que nasceram antes da boca. Não preciso de ser lido. Mas se me lerem, que não me distorçam. Procurem a cor, não as trevas. As que tremem. As que resistem. As que sou.

⁠Jamais existirá despedida entre autênticos irmãos. Os verdadeiros não são apenas presença material, mas também espiritual. Esculpidos no mais profundo sentimento da alma, talhados no núcleo do coração.
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⁠Jamais existirá despedida entre autênticos irmãos. Os verdadeiros não são apenas presença material, mas também espiritual. Esculpidos no mais profundo sentimento da alma, talhados no núcleo do coração. Não importa a distância ou circunstância, nunca será um até sempre, mas um até mais.

⁠ O Poeta Voador Dizem que a dor e o amor fazem o poeta.
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⁠ O Poeta Voador Dizem que a dor e o amor fazem o poeta. Dois lados de uma mesma moeda, que ora dá cara ora da coroa. Fica a bipolaridade ora feliz ora triste... consistentemente insatisfeito. Mas de quem é o problema? Do que ama ou do amado? No fundo do que sofre, porque sonha voar mais alto com asas frágeis e cansadas. Enquanto planeia no alto reza que a esperança não esmoreça, que a nuvem sustente o palácio onde reside o seu espírito lutador...