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Frase de Paulo Henrique Batista

Quando eu morrer, por favor não chore por mim, estarei em descanso. Quando me olhar no caixão, se lembre do sorriso e sorria comigo, saiba que todo choro se convertia em alegria quando estava junto a mim. Talvez o futuro não é dos mais justos, mas toda essa desordem, certamente tem um sentido... A desordem da mente, do coração, quantas vezes não choramos juntos sem ao menos deixar que qualquer lágrima tocasse nosso rosto? Queríamos mais do que podíamos e quando não conseguíamos, voltavamos como crianças e na cama, que mais parecia o nosso refúgio, adormeciamos... A morte chegava todos os dias, quando não era correspondido, quando me depreciavam... Agora, tenho paz. Então não chore por mim, chore pelas palavras que me ouviste falar, mas não me escutavas, chore por cada vez que não me compreendeu, eu só queria a tua felicidade. Enfim, chore por tudo, só, por favor, não chore pela minha morte.

Paulo Henrique Batista

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Pensador.com

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Saudade ⁠Saudade de quando podia falar que era saudade, hoje só digo que não estou bem Saudade de mim no seu leito, dormindo em teu peito, e hoje em dia, saudade também
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Saudade ⁠Saudade de quando podia falar que era saudade, hoje só digo que não estou bem Saudade de mim no seu leito, dormindo em teu peito, e hoje em dia, saudade também De saudade, o poema é feito, e sabe, sinto saudade das palavras também Não direi mais saudade, mas segredarei que que é anseio, vontade, eu sei Desculpa, repetirei a palavra, que me invade, me toma, não sei Vivo por ti, durante a fala, eu disse, morro também Na verdade faço tudo que não falo, e as que falo, também o farei Meu amor, saudade, eu sei, você sabe, nós sabemos, também.

Trato o ser como uma extensão do ser absoluto, no caso o mundo, mas o ser em si contesta o ser absoluto quando toma a posição de indagar as coisas que o cercam ou seja o próprio criador, no caso o ser absoluto, então ele parte do criador para tomar a iniciação da verdade em busca…
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Trato o ser como uma extensão do ser absoluto, no caso o mundo, mas o ser em si contesta o ser absoluto quando toma a posição de indagar as coisas que o cercam ou seja o próprio criador, no caso o ser absoluto, então ele parte do criador para tomar a iniciação da verdade em busca de sua própria existência, buscando a verdade naquilo que ele acredita ser tangivel, o homem nega o mundo pressuposto pelo ser absoluto para achar a verdade em bases existenciais. Quando acha essa verdade, ele a nega, querendo ir mais fundo dentre seu conhecimento, ate chegar na verdade de que nada sabe e que o conhecimento empírico adquirido somente serve como base para a sua própria sobrevivencia, assim nao se tornando dono de suas sensações, a verdade lhe escapa entre os dedos, mas ele conhece nesse exercício que o ato de indagar as coisas que o precedem e que cercam a sua vida, lhe faz um conhecedor de ti mesmo, por fim o homem toma como verdade que vive em plena ignorância e que seu conhecimento nunca chegara a tal certeza, pois do mundo ele parti e no mundo acha suas próprias respostas falaciosas.