Frase de Autora Maria José dos Santos Ferreira.
"Anjo Adormecido" As palavras do amor expiram como os mais lindos versos de um doce poema. Com eles adoço as amarguras e embalando os pensamentos solitários. Dos vagos clarões do dia e o vapor do perfumes das orquídeas que dispersas vidas. Mas que vida! Não têm vida nas existências que invento; Sem esplendor sem luz. E o vagos sussurrar no silencio, no clamor do pensamento. Cedo morto, ânsia breve, universos de pó, que o sopro espalha ao vento, raios de sol, no oceano entre as águas imersas. Que trás a chuva para inundar minha mente e regar minhas idéias. As palavras da fé vivem um só momento. Mas as palavras más, as do ódio e do despeito prevalecem. O "não!" que desengana o "nunca!" que alucinam, as da esperança continua. As risadas abrasam-nos o ouvido e entram-nos pelos e ficam no coração. Numa inércia assassina, Imóveis e imortais, como pedras geladas... Que domes um anjo adormecido. Mas que, num sussurro a umedecida Terra desperta. Ouve o clamor dos sons e enleva as estrelas que, no alto à noite levam presas... São meus versos. Palpita a minha vida neles, falas que, a saudade eleva, de meus sonhos que vão, rompendo a treva, encher teus sonhos, anjo adormecido. Dormes, com a face em lagrimas sob, no travesseiro com o cabelo negro e solto escondes a face oculto no silencio da noite adormeces... Acorda sai correndo... Por que surge tão cedo à luz do novo dia.
Autora Maria José dos Santos Ferreira.
No pensador.ai desde