Frase de Raquel Silva
Num passado distante eu te amei, Num presente duvidoso eu te amo Num futuro próximo te amarei.
No pensador.ai desde
Num passado distante eu te amei, Num presente duvidoso eu te amo Num futuro próximo te amarei.
No pensador.ai desde
Ele andava sozinho e de cabeça baixa. Eu me perguntava como poderia existir tanta beleza em apenas um ser, e como poderia estar tão triste. Todas o amava, ele tinha tudo agora. O que mais lhe faltava? Eu andava solenemente pelo colégio observando sua caminhada junto de seus amig…
Ele andava sozinho e de cabeça baixa. Eu me perguntava como poderia existir tanta beleza em apenas um ser, e como poderia estar tão triste. Todas o amava, ele tinha tudo agora. O que mais lhe faltava? Eu andava solenemente pelo colégio observando sua caminhada junto de seus amigos, eu o seguia sem que ele me percebesse. Percebi que alguém me olhava pelas costas, não me deixei levar pela tentação de ver quem era, continuei minha observação. Depois de nossa briga, discussão, ou seja lá o que foi aquilo, ele não parava de viajar em seus pensamentos que pareciam ser solitários e tristes. Não exitei e cheguei mais perto. Ele andava sozinho agora, seus amigos eu nem ao menos sei onde estavam. Como sempre, não consegui e coloquei minha mão em seu ombro. - Meu amor? - Falei com tom de medo. - Ainda sou seu amor? - Ele se virou, uma lágrima escorreu por teu rosto. - Você sempre foi o meu amor, e sempre o será. - Aproximei-me mais de tua face. - não percebeu como a minha respiração muda quando você chega perto? Percebeu como tudo aquilo que você sente eu sinto o mesmo e vice-versa? É que esse amor que eu sinto por você, nunca senti e nunca vou sentir por mais ninguém. - Deixou-me tocar meus lábios nos teus.
Vejam só! Uma bela flor-de-lis ao passar acompanhada pelo vento! Onde será que tão bela moça irá a essa hora? Talvez encontre com teu amor, Armando. Ah sim! Um belo cavalheiro que mora logo ao fim da rua, naquela pequena casa escondida atrás das árvores. Ninguém sabe ao certo que…
Vejam só! Uma bela flor-de-lis ao passar acompanhada pelo vento! Onde será que tão bela moça irá a essa hora? Talvez encontre com teu amor, Armando. Ah sim! Um belo cavalheiro que mora logo ao fim da rua, naquela pequena casa escondida atrás das árvores. Ninguém sabe ao certo que moço é esse! Sabes que essa pequena moça, Amália, sentia-se tremendamente apaixonada por tal homem. Será que esse tal cavalheiro realmente está lá? Lembro-me bem que no mês passado uma jovem decidiu descobrir se Armando realmente era tão belo como dizia Amália. Alguns dizem que logo depois da entrada dessa jovem pelos portões de Armando, morreu. Outros dizem que se apaixonou e decidiu ficar. Mas Amália diz que nem ao menos soube de tal decisão dessa jovem. Como sempre, o tempo voou. E em um belo dia, Amália em seus aposentos, encostada na varanda observava o pôr-do-sol, enxugando lágrimas e lágrimas de tristeza. Com certeza não estaria prestando atenção nos belos pássaros que cantarolavam a sua volta como se tentassem reanimá-la. Coitada de Amália! Por que será que chorava tanto? Talvez tenha brigado com seu tal “príncipe encantado”.Seus vizinhos se perguntavam da onde vinha aquele choro escandaloso e tremulo. Quanta angústia! Quanto desespero! Logo pôde se ouvir o portão de Armando se abrir junto de uma forte ventania que vinha por entre as arvores. E quem seria aquele homem vestido de preto saindo por aquele portão? Seria Armando? Seria o tal cavalheiro que pequena e bela Amália sentia-se apaixonada? Até aquele momento, todos se perguntavam o que é que estaria acontecendo na pequena Vila de Cristal. Amália levanta seu rosto e arregala seus olhos ao perceber o que acontecera no momento. E então todos puderam ouvir, pela primeira e ultima vez, um suspiro de Armando.
Tão estranha, tão sozinha Tão bonita e tão distante. Cada passo lento e suave,
Tão estranha, tão sozinha Tão bonita e tão distante. Cada passo lento e suave, Sem percepção do mundo pra saber Que és tão estranha e tão bonita.
Ó que medo meu bem, Que tenho de me apaixonar. O teu olhar que sorri
Ó que medo meu bem, Que tenho de me apaixonar. O teu olhar que sorri O teu sorriso que me acanha O teu toque que desejo A tua voz que me chama.