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Frase de Iolanda Valentim

Eu queria gritar pra você: sai daqui, sai de mim! Se afasta, me deixa em paz! Some, pára de me deixar louca, pára de me fazer ficar assim… vulnerável. Assim, idiota. Assim, sua. Sai. Pára. Já chega. Eu não aguento isso. Eu não sei amar ninguém não. Me deixa aqui infeliz com a minha segurança e minha enorme parede imaginária que barra tudo e todos de se aproximarem de mim. Pára de abrir uma brecha nela. Você não quer entrar. Por favor, não entra. Por favor, não me deixa assim na sua mão. Eu não gosto disso. Isso de ser feliz. Eu sempre espero coisa ruim da felicidade. E eu prefiro não ter coisa alguma do que me arriscar à um dia não ter mais isso. Então… chega, tá bom? Vai pra casa, cuida da sua vida, das suas roupas. Malha a perna e deixa de malhar o braço por que você está parecendo cada dia mais com um sorvete. O sorvete mais lindo da minha vida. Então por favor, não me deixa te amar mais do que eu já amo não. Eu vou explodir em mil pedacinhos se isso acontecer. E quem me garante que você vai juntar todos eles? Eu não quero ficar em pedacinhos por você, quero ser inteira por mim, você entende? Diz que não entende. Diz que cola meus pedacinhos. Mente pra mim, porque eu amo até suas mentiras. Você sempre pisca mais que o necessário quando mente. Você não sabe mentir. Mas eu te deixo acreditar que acredito nas tuas mentiras só pra ouvir tua voz mais um pouquinho. Só quero você mais um pouquinho, depois você vai embora, ta certo? Amanhã. Amanhã você vai embora e nunca mais volta pra minha vida, entendido? Ou depois…

Iolanda Valentim

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Iolanda Valentim

E permanece. Em cada milímetro de mim, cada parte do que eu sou. Cada saudade que eu sinto é um pouco de saudade sua também. Em cada frase que eu escrevo, uma palavra é dedicada a você também. Cada amor que eu tenho, é um pouco do seu.
E é assim que a gente vai vivendo, sabe? Errando pra aprender. Se decepcionando pra se proteger. Se machucando pra crescer. Chorando pra sorrir. A gente cai uma vez, pra aprender a se levantar em outra. No fim, tudo que for bom, verdadeiro, tudo o que realmente nos fizer bem, per…
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E é assim que a gente vai vivendo, sabe? Errando pra aprender. Se decepcionando pra se proteger. Se machucando pra crescer. Chorando pra sorrir. A gente cai uma vez, pra aprender a se levantar em outra. No fim, tudo que for bom, verdadeiro, tudo o que realmente nos fizer bem, permanece.

Às vezes é difícil não se machucar. Mas em alguns casos - como o meu - sempre é difícil. Sou sensibilíssima. Me dói qualquer palavra dita e mal interpretada ou algum gesto pequeno e imperceptível. Gosto de remoer e me doer até pelo que não aconteceu – mas poderia – e pelo que pod…
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Às vezes é difícil não se machucar. Mas em alguns casos - como o meu - sempre é difícil. Sou sensibilíssima. Me dói qualquer palavra dita e mal interpretada ou algum gesto pequeno e imperceptível. Gosto de remoer e me doer até pelo que não aconteceu – mas poderia – e pelo que poderá eventualmente acontecer no futuro. Até por coisas que deveriam passar despercebidas. Comigo, elas não passam e sim grudam no cérebro, me fazem pensar e sentir coisas ruins e querer correr pro lado contrário, amedrontada. Fico sentida por besteira e magoada por coisas bobas, sim. É mais um lado chato de ser exagerada: meus dramas também são.

"Nunca sequer gostei de refrigerante na vida, mas semana passada fui ao médico e ele proibiu terminantemente de beber. Saindo do consultório, me veio a vontade louca de tomar um gole e sentir aquele líquido gaseificado e aromatizado artificialmente passando pela minha garganta. N…
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"Nunca sequer gostei de refrigerante na vida, mas semana passada fui ao médico e ele proibiu terminantemente de beber. Saindo do consultório, me veio a vontade louca de tomar um gole e sentir aquele líquido gaseificado e aromatizado artificialmente passando pela minha garganta. No outro dia, nada mais já me importava na vida a não ser esse bendito fruto proibido. Eu só tinha olhos para o refrigerante. Só pensava no refrigerante. Acordava e ia dormir querendo refrigerante. Não por gostar, mas por saber que eu não posso. É mais ou menos assim com você."