Frase de Rev. Miquéias de Castro
O sofrimento pode nos destruir ou nos construir, ambos podem ser bom se o sofrimento destruir em nós o orgulho, a prepotência, o ceticismo e construir a fé, a perseverança, a huildade e etc.
No pensador.ai desde
O sofrimento pode nos destruir ou nos construir, ambos podem ser bom se o sofrimento destruir em nós o orgulho, a prepotência, o ceticismo e construir a fé, a perseverança, a huildade e etc.
No pensador.ai desde
PEQUENAS, MAS MORTAIS Aquela caminhada na trilha lhes renderam vários arranhões no corpo, cortes profundos nos pés e respiração ofegante. Ele gostava muito de se aventurar em meio a natureza. Calça camuflada, coturno até a canela, uma casaco mais grosso sobre a camiseta, um caj…
PEQUENAS, MAS MORTAIS Aquela caminhada na trilha lhes renderam vários arranhões no corpo, cortes profundos nos pés e respiração ofegante. Ele gostava muito de se aventurar em meio a natureza. Calça camuflada, coturno até a canela, uma casaco mais grosso sobre a camiseta, um cajado nas mãos, chapéu na cabeça e muita disposição de antar longos trechos, que as vezes chegavam a dezenas de quilômetros. Todas as suas férias separava uma semana para curtir de uma forma mais “hard” a natureza com dois de seus amigos. Esperou tanto pelo mês de setembro, mês de suas férias, e quando chegou juntou todas as suas tralhas, passou a mão no cantil e foi para o ponto de partida, anteriormente combinado, pois, como de costume, iriam sair os três juntos. Quando ele desceu do metrô se arranjaram ali mesmo no chão da estação e começaram a discutir pequenas coordenadas, traçaram planos e em pouco tempo estavam prontos a subir montanha acima. Parecia que tinham planejado tudo, parecia que nada estava faltando. Nenhum sentimento negativo tomou conta deles ou até mesmo pois tinham bússola, barracas, facas, radiocomunicador, sinalizadores. Tudo isso sem falar na vasta experiência caça e pesca que ambos dominavam muito bem. Estavam preparados para tudo. Já haviam enfrentado juntos todo clima (de frio intenso e calor escaldante), tempestade (de água, de vento e de areia). Nenhuma fera os assustavam facilmente. Nada parecia intimidá-los. Depois de três dias no meio da mata densa e úmida, estavam orgulhosos pois achavam que mais uma mata virgem e desconhecida estava para ser vencida. Sem perceber um deles esbarra numa casa de abelhas que estava em seu caminho. De repente um sonido forte das asas das abelhas prontas a ferroar os alarmou. Começaram uma correria alucinante, pois se tratava de “abelhas africanas”. Para correrem mais começaram a soltar todo o peso que estava carregando. O pavor era tamanho que não sentiam grandes espinhos rasgarem suas roupas e suas carnes, tropeções e tombos fazia-os rolar no chão. Sabiam que as abelhas africanas podiam perseguir suas presas até 900 metros distante da colméia. Não podiam mais voltar, pois na correria perderam a bússola, suas barracas ficaram em algum lugar em meio a mata. Nada havia sobrado a não ser escoriações e feridas. Sorte deles foi o fato de estarem no último quilômetro daquela floresta. Estavam prontos a enfrentar feras e tempestades, mas não estavam prontos a enfrentar os pequenos insetos. Nem sempre o que nos derruba são as coisas grandes, os problemas imensos, mas sim as pequenas coisas, as que subestimamos, as que não vemos.
É de suma importância desvendarmos no que realmente consiste o pecado. Muitos erros teológicos, sobre muitos assuntos como: salvação, santificação, vida cristã e etc, se serão resolvidos se entendermos biblicamente o que é o pecado
O pecado é algo difícil de se lidar pelo simples fato dele se apresentar com várias caras, jeitos e formatos atingindo todas as áreas do ser humano, assim como o tempo passado, presente e futuro. Não o futuro eterno, mas um futuro terreno.
EU NUNCA SERIA UMA MÃE Ser mãe é ser boba, é ser fraca, chorona... é ser chata. É ser tão boba que nunca pensa nela mesma se preocupando com a família. Seus filhos e marido são sempre favorecidos com o melhor, enquanto se satisfaz com o pouco. Passa a noite em claro apavorada e…
EU NUNCA SERIA UMA MÃE Ser mãe é ser boba, é ser fraca, chorona... é ser chata. É ser tão boba que nunca pensa nela mesma se preocupando com a família. Seus filhos e marido são sempre favorecidos com o melhor, enquanto se satisfaz com o pouco. Passa a noite em claro apavorada enquanto os filhos se divertem nas festinhas de amigos. Está sempre pronta a abrir mão do conforto e descanso para ver todos bem. Muitas vezes todo seu trabalho e esforço não é reconhecido, mas mesmo assim o faz. Ama tanto sem ser correspondida à altura, doa-se tanto sem ser retribuída na mesma proporção... É ser tão fraca que mesmo brava e irritada se desmancha depois de um beijo, esquece todo o passado assim que o presente a faça feliz, ainda que por segundos. Sua fraqueza é tamanha que não é capaz de desejar o mal muito menos faze-lo quando um filho a maltrata... É tão chorona que é capaz de chorar simplesmente por uma vitória do filho, se derrama toda quando recebe um beijo ainda que seja beijo interesseiro. Chora quando é maltratada, quando é esquecida, quando é ignorada, mas também chora quando é lembrada, bem querida considerada. Aprendem a arte do choro quando ouvem pela primeira vez: Parabéns, você é mamãe e esse choro vai até os seus últimos dias de vida por qualquer motivo, sejam eles de alegria ou de tristeza, mas nenhum deles por ressentimento. É tão chata que não permite os filhos andarem sujos, desarrumados. Gosta de levar para a escola e em plena chatice dá um beijo da frente dos amigos. Nunca deixa sair sem blusa no frio, sem proteção na chuva e sem chapéu no calor. É chata esperando na hora do dever de casa esperando notas boas, é chata se intrometendo no namoro e permanece ainda chata se preocupando com os filhos mesmo depois de velhos. Eu nunca poderia ser uma mãe, pois jamais seria capaz de transformar a bobice, a fraqueza, o choro e a chatice em qualidades. Qualidades essas tão essenciais que jamais viveria sem elas. Deus me deu a facilidade de ser pai comparado a tamanha dificuldade, trabalho e sacrifício de ser mãe.