Pular para o conteúdo

Frase de Lua Eslava

⁠Que, ao contemplar o céu estrelado, Eu possa ver além das nuvens cinzentas, E saiba que, mesmo com o coração apertado, A vida é uma sinfonia, complexa e lenta.

Lua Eslava

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Lua Eslava

⁠SINFONIA Nas sombras da tristeza me encontrei, O coração em pranto, o peito apertado,
Continuar lendo

⁠SINFONIA Nas sombras da tristeza me encontrei, O coração em pranto, o peito apertado, Lágrimas como chuva a cair, sem lei, Em meio às lamentações, perdido e cansado. A melancolia tece teias ao redor, Emaranhando os sonhos, prendendo a voz, Suspiros ecoam, pesaroso clamor, Em busca de alento, anseio por uma voz. Nas noites mais escuras, busco a luz, Mas a escuridão parece tão densa, Em meio às sombras, sinto-me em cruz, Navegando em mares de tristeza imensa. Porém, em meio a essa penumbra e dor, Deixo um pedido ecoar em meus lamentos, Que nenhuma nota de felicidade se cale, Por causa dos meus tristes pensamentos. Que mesmo nas horas mais sombrias, A alegria encontre sua morada, E que em meio às minhas melancolias, A esperança seja sempre despertada. Que a música da vida siga a tocar, Um acorde de esperança e contentamento, Para que a felicidade possa encontrar, O seu lugar, rompendo meu sofrimento. Que, ao contemplar o céu estrelado, Eu possa ver além das nuvens cinzentas, E saiba que, mesmo com o coração apertado, A vida é uma sinfonia, complexa e lenta.

AÑÃ’GWEA ⁠Enquanto sinto o meu coração palpitar, observo a beleza dos raios de um sol de inverno afagar minha pele suja de terra, meus olhos pesam, apago. Lá no alto da colina, por entre árvores criaturas fantasmagóricas dançam envoltas na brisa suave do vento.
Continuar lendo

AÑÃ’GWEA ⁠Enquanto sinto o meu coração palpitar, observo a beleza dos raios de um sol de inverno afagar minha pele suja de terra, meus olhos pesam, apago. Lá no alto da colina, por entre árvores criaturas fantasmagóricas dançam envoltas na brisa suave do vento. Agora o vento sopra lentamente uma doce canção. Será esta a canção das criaturas que habitam os céus ou daquelas nas profundezas dos mares? Acordo desse sonho pesado algum tempo depois, a canção ainda ecoa como um grito que se sufoca Agora posso ouvir o som da minha alma; “Voe filha de Iamandu; Voe bem alto e faça das nuvens um véu; Espere pela noite e suas estrelas brilhantes; Voe e dance como o vento no céu.”