Frase de Moacir LuÌs Araldi
A noite despertará monstros adormecidos O implacável ruído das carpideiras velará sonhos Acordará morcegos para o banquete de sangue. O escuro azul do véu que cobrirá a urna Esconderá as marcas da dor. O dia ameaçará adentrar as janelas Cálido em amarelos claros Com a força que desbota as aquarelas Fazendo sombras e refletindo nelas O tormento do sino sem badalos. Abrira-se morada do sepulcrário Furdunçará desautorizado o silvestre Da forma que fizeram os plantonistas de janela Na vigência ilibada de vida tida como equestre, Licença concedida pelos céus ao dito salafrário. Não. Sem bajulações de arautos Nem piedade de falastrões Bastará que conste nos autos Que pela vida abominou as falações.
No pensador.ai desde