Frase de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
SONETO (amor) Se eu fosse o amor, a eternidade eu seria Um daqueles tempos de romance de outrora Aos desencontros eu nunca chegaria E dos minutos eu faria mais que a hora O melhor da paixão está na quimera Do olhar que é desviado e que olhou Dos beijos dados (ah, quem me dera!) Eu seria o amor infinito, que não passou Eu seria esse amor literário Cheio de novela, nunca solitário Que todos espera sempre no coração Numa esperança sempre desejada Que no querer é promessa renovada Com pitada de cumplicidade e ilusão © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 17/08/2020, 12’12” – Araguari, MG paráfrase autor desconhecido
Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
No pensador.ai desde