Frase de Frithjof Schuon
O homem que ignora o que é uma religião acredita ser capaz de fundar uma por si mesmo.
No pensador.ai desde
O homem que ignora o que é uma religião acredita ser capaz de fundar uma por si mesmo.
No pensador.ai desde
"Poucas coisas são tão penosas quanto as interpretações 'psicológicas' que atribuem ao homem superior intenções que em caso nenhum ele pode ter, e que não fazem senão refletir a pequenez de seus autores [...]: homens cuja alma é fragmentária e opaca querem informar-nos sobre a 'p…
"Poucas coisas são tão penosas quanto as interpretações 'psicológicas' que atribuem ao homem superior intenções que em caso nenhum ele pode ter, e que não fazem senão refletir a pequenez de seus autores [...]: homens cuja alma é fragmentária e opaca querem informar-nos sobre a 'psicologia' da grandeza e do sagrado."
Será talvez afirmado que a falta de sentido do Imutável ou de apreciação de valores ou funções estáticas evidencia uma falta correspondente de inteligência metafísica; isto é verdade para a maioria – de uma forma que é necessariamente relativa – mas não exclui de forma alguma a p…
Será talvez afirmado que a falta de sentido do Imutável ou de apreciação de valores ou funções estáticas evidencia uma falta correspondente de inteligência metafísica; isto é verdade para a maioria – de uma forma que é necessariamente relativa – mas não exclui de forma alguma a presença da metafísica e da contemplatividade, de modo que seria um erro concluir que o Ocidente não possui nada a este respeito e tem tudo a aprender com o Oriente. É verdade que seria do maior interesse da elite ocidental inspirar-se na doutrina vedântica e assimilar completamente a noção-chave de Māyā in divinis, embora esta noção possa ser encontrada em alguém como Meister Eckhart e, sem dúvida, também em outros de forma mais ou menos incidental; mas, em última análise, a intelectualidade não depende inteiramente desta noção, como é provado pelo Tomismo e pelo Vedānta Vishnuita. Grosso modo, o Ocidente possui tudo o que é essencial, mas não quer ouvir falar disso, e nisso consiste o seu drama e o seu absurdo.
Mulher, sintetizando a natureza virgem, o santuário e a companhia espiritual, é para o homem o que há de mais amável. Em certo aspecto, ela representa a projeção da interioridade misericordiosa na exterioridade estéril e, a este respeito, assume uma função sacramental ou quase d…
Mulher, sintetizando a natureza virgem, o santuário e a companhia espiritual, é para o homem o que há de mais amável. Em certo aspecto, ela representa a projeção da interioridade misericordiosa na exterioridade estéril e, a este respeito, assume uma função sacramental ou quase divina.
Quanto ao rito eucarístico, parece admissível a seguinte especificação: o pão parece significar que “Deus entra em nós” e o vinho que “nós entramos em Deus”; presença da graça, por um lado, e extinção unitiva, por outro. Deus é o sujeito absoluto e perfeito, que ou entra no suje…
Quanto ao rito eucarístico, parece admissível a seguinte especificação: o pão parece significar que “Deus entra em nós” e o vinho que “nós entramos em Deus”; presença da graça, por um lado, e extinção unitiva, por outro. Deus é o sujeito absoluto e perfeito, que ou entra no sujeito contingente e imperfeito, ou então o assimila, libertando-o dos grilhões da subjetividade objetivada, subjetividade exteriorizada e, portanto, paradoxalmente múltipla. Pode-se dizer também que o pão se refere mais particularmente à Salvação e o vinho à união, o que evoca a antiga distinção entre Pequenos Mistérios e Grandes Mistérios.