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Frase de Pablo Alfonso (poeta do Uruguai)

Por que, meu Senhor? Por que, meu Senhor, sem pena condenou meu cérebro a pensar? Por que, meu Senhor, da mão conduziu meu espírito em seu andar? Por que, meu Senhor, por vosso nobre mando meus olhos vão chorando? Por que, meu Senhor, talvez por amor?

Pablo Alfonso (poeta do Uruguai)

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O arte que em minha casa companheira O arte que em minha casa companheira acabou de chegar com grande amor,
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O arte que em minha casa companheira O arte que em minha casa companheira acabou de chegar com grande amor, tudo alegrou com luz dessa quimera que sempre almeja um pobre coração. A quimera do bem e do prazer, do goze da vida e do morrer de quem ao suspirar hoje como ontem só conhece o mundo do sofrer. Pobre de mim se ela não me desse o pão que vai aliviando meu passar, pobre de mim, grande Deus, se não sentisse o murmúrio do santo verbo amar. Arte, arte divina concebida para meu coração e qual bandeira foi no caminho de minha vida luzindo bem valente uma quimera!