Frase de Crof
Todo poeta é um Vagabundo Todo Vagabundo é um Poeta Poetas e vagabundos inventam o inútil O poeta come o ócio e cria O Vagabundo cria o ócio e come um inventa a poesia o outro, a vagabundia e vice e versa.
No pensador.ai desde
Todo poeta é um Vagabundo Todo Vagabundo é um Poeta Poetas e vagabundos inventam o inútil O poeta come o ócio e cria O Vagabundo cria o ócio e come um inventa a poesia o outro, a vagabundia e vice e versa.
No pensador.ai desde
Quero mastigar e engolir novos sabores, Fazer o coração pulsar e o pulso coraçãonear Que a rebeldia que chuta do meu útero seja viva no meu navegar
Quero mastigar e engolir novos sabores, Fazer o coração pulsar e o pulso coraçãonear Que a rebeldia que chuta do meu útero seja viva no meu navegar É assim que a vida começa a ficar intensa. É assim que a vida começa a ficar imensa
"Não tenho vocação para andar em trilhos O desconhecido me atrai porque não tenho medo do que imagino Inevitavelmente,
"Não tenho vocação para andar em trilhos O desconhecido me atrai porque não tenho medo do que imagino Inevitavelmente, Eu vivo de arrepios"
Sou um extremista No inverno como sorvete No verão chocolate quente
Sou um extremista No inverno como sorvete No verão chocolate quente Faço de mim um solo improvisado de jazz Toco notas belas e notas tortas Marco encontros com o acaso, sussuro e grito dentro e fora do tom O que importa é o momento, a emoção
Sou a favor da rua Do vento na cara Do sorvete gelado
Sou a favor da rua Do vento na cara Do sorvete gelado Da ajuda inesperada Sou a favor da felicidade sem custo Do dinheiro doado Do mergulho no mar Do dedo na tomada Sou a favor da dúvida Do desejo que grita Do tapa na cara E do outro lado da face Sou a favor de qualquer amor Da palhaçada no trabalho Da ligação para dizer eu te amo Do trote, da bebida e do alcool Sou a favor do talento Da surpresa, do arrepio Da gargalhada da criança Da mesa e do convite Sou a favor dos que andam pelo meio da rua Dos que entram em mar revolto Dos cachorros vagabundos Dos que não têm conta em banco Sou a favor de presentes fora de datas Da carta escrita a mão Da janela aberta Da música cantada no trânsito parado Sou a favor de quem só conjuga no presente Do orgamo aguardado Da expectativa atendida Da sobremesa açucarada Sou a favor da carona Da vida na estrada Do pedido de desculpas Da ligação para casa Sou a favor dos que não se definem Dos que não rotulam Dos que se vestem diferente Dos que dizem o que pensam, sem ofenças, seu merda Sou a favor do choro Dos que pedem ajuda para dar um nó Dos que pedem ajuda para tirá-lo da garganta Sou a favor dos alunos Dos que nadam com ou sem direção Dos que sabem que seremos comida de vermes Sou a favor do deslimite Da não fronteira Dos que não tem time Dos que abraçam mendigos com cheiro de mijo Sou a favor da mudança Dos atos que cativam outros Do serviço sem rosto De comer o pão que caiu no chão Sou a favor do tempo que não para Do tempo que decreta o fim e o novo começo Do tempo que ensina professores à alunar Sou a favor dos que são contra Porque só assim somos humanos Somos ideias e ideais Eu sou a praia Eu sou a montanha