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Frase de Clareanna V. Santana

⁠SAUDADE DE CASA D’onde o sol corta a neblina. Daquelas curvas acentuadas. Deste barro em que sou carne. Da terra indígena roubada. Das linhas que marcam o asfalto. Do mato que beira a estrada. Das terras preenchidas de pasto. Do deserto verde que desmata. Dessa mistura de suas falas. Das velhas cordas do violão. De todo amor que nos embala. Daqueles versos de sua canção.

Clareanna V. Santana

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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⁠MARCO LITERÁRIO Aponta o dedo com a ponta do lápis. A sua chave conectiva exclui uma parte. Cunha à vista o movimento sintaxe e reivindica o permanente dito. Falsifica em crase Fecha-se lacrado Acusa-o lacrativo. Literato práxis, insinua diminutivo e tende a achar ridículo tudo que não é de praxe.