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Frase de Pablo Neruda

Que minha dor obscura não morra nas tuas asas, Nem se me afogue a voz em tua garganta de ouro. Desfaz, Amor, o ritmo Destas águas tranquilas: Sabe ser a dor que estremece e que sofre, Sabe ser a angústia que se grita e retorce. Não me dês o olvido. Não me dês a ilusão. Porque todas as folhas que na terra caíram Me deixaram de ouro aceso o coração.

Pablo Neruda

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Por isso creio Cada noite no dia, e quando tenho sede creio na água,
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Por isso creio Cada noite no dia, e quando tenho sede creio na água, porque creio no homem. Creio que vamos subindo o último degrau. Dali veremos a verdade repartida, A simplicidade implantada na terra, O pão e o vinho para todos.