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Frase de Roberto José Faria de Gusmão

“O universo tal e qual conhecemos atualmente, assim como todos os demais universos paralelos do multiverso, obedecem a um ininterrupto, dinâmico e perfeito processo de renascimento, onde os satélites naturais, os planetas, os sistemas planetários, as galáxias e o(s) universo(s) cumpre(m), há eóns, um ciclo inexorável de nascimento, vida e transição, onde nada, absolutamente nada, se cria ou se perde, apenas se tra e sincronicidade entre o alfa e o ômega, o micro e o macro, o eu nsforma, se transmuta, se aprimora, evolui, em conformidade com os sete princípios universais e imutáveis, estabelecendo um perfeito equilíbrio, reciprocidade menor e o Eu Maior, a criação e o Criador. Assim como tudo está contido no Todo e o Todo a tudo contém, da mesma forma que nada é, tudo está, assim como o que está em cima é como o que está embaixo, e o que está embaixo é como o que está em cima, nós seres humanos, os demais seres vivos (reinos animal e vegetal) e a matéria inorgânica (reino mineral), juntos, constituímos uma fração infinitesimal da amálgama universal e estamos sujeitos as mesmas leis e princípios universais. Tanto que em nosso corpo, em nosso sangue, encontramos traços dos minerais presentes na natureza, em nosso planeta, assim como nos demais planetas e meteoros. Somos, portanto, pó de estrelas, poeira cósmica no torvelinho sideral. Somos filhos e filhas de DEUS! Sendo assim, da mesma forma que o(s) universo(s), nós, seres humanos, estamos sujeitos ao mesmo processo, ao mesmo ciclo, nascemos, vivemos e cumprimos nossa transição, de forma ininterrupta, ao longo do tempo, através da encarnação, existência, transição e reencarnação, em um compasso ciclotímico e inexorável, de aprimoramento do ser, da alma e do espírito. Portanto, a MORTE, enquanto conceito, não existe, o que existe é a TRANSIÇÃO da carne para o espírito, quando ocorre a transmutação do fluido vital para a essência espiritual, na perspectiva da evolução do espírito, imortal, e que outrora estivera encarnado enquanto alma em um corpo, em um indivíduo, que aqui, nesse plano, cumpriu seu propósito existencial no infinito espaço-tempo do multiverso.”

Roberto José Faria de Gusmão

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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“Pouca valia terá uma bússola ou mesmo um mapa nas mãos de quem não sabe o que quer, para onde quer ir e o que procura. Quem não exerce com sabedoria seu livre-arbitrio não decide por si, terá sua existência sempre a mercê dos outros. Jamais será protagonista de sua própria histó…
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“Pouca valia terá uma bússola ou mesmo um mapa nas mãos de quem não sabe o que quer, para onde quer ir e o que procura. Quem não exerce com sabedoria seu livre-arbitrio não decide por si, terá sua existência sempre a mercê dos outros. Jamais será protagonista de sua própria história, de seu próprio destino, de sua própria vida!”