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Frase de Leandro Maciel

⁠Saudade de alguém Sinto falta do teu cheiro, Da tua pele, do teu beijo, Do abraço que me envolve, E do teu jeito tão cortejo. Sinto falta da tua risada, Do teu olhar que me acalma, Da tua voz tão doce e suave, Que me conduzia em cada alma. Sinto falta até dos teus defeitos, Que me faziam sorrir em segredo, E das tuas manias tão engraçadas, Que me alegravam em todo enredo. Sinto saudade de estar ao teu lado, De sentir a tua companhia, De caminhar de mãos dadas, E de dividir cada alegria. Saudade é um sentimento estranho, Que nos invade e nos faz sofrer, Mas também é um sinal de amor, Que nos mostra o quanto podemos querer. Que a saudade nos traga lembranças, Dos momentos que juntos vivemos, E que o amor que nos uniu um dia, Nunca se desfaça, e sempre permaneça em nós vivos.

Leandro Maciel

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Leandro Maciel

Viva a vida como deve ser vivida... Sem muito "sera?", "por que?" ou "talvez"... Viva o dia de hoje como se fosse o ultimo, pois nunca saberas se o dia de amanha existira... Mesmo que nao pense assim, viva cada dia como se fosse unico... Na verdade cada dia é unico, pois nunca ma…
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Viva a vida como deve ser vivida... Sem muito "sera?", "por que?" ou "talvez"... Viva o dia de hoje como se fosse o ultimo, pois nunca saberas se o dia de amanha existira... Mesmo que nao pense assim, viva cada dia como se fosse unico... Na verdade cada dia é unico, pois nunca mais ira voltar... Ame, beije, brinque, ria, chore, grite, dance, diga as pessoas o quao elas sao especiais para voce, mesmo que estas nao expresse tal sentimento... Enfim, "VIVA A VIDA" sem medo ou pudor! Ou nunca saberas os beneficios que isso lhe traz.

O amor é algo muito complicado de lhe dar Ora te faz rir, ora te faz chorar Ele nos coloca em constante indecisão
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O amor é algo muito complicado de lhe dar Ora te faz rir, ora te faz chorar Ele nos coloca em constante indecisão -Será que ela me ama, será que não? Porém o amor é imprescindível Pois sem ele viveremos sozinhos E sem alguém do nosso lado para nos acalentar Ha meu amigo! tenho certeza que coisa boa não será.

Saudades daquele Tempo Deitado no quarto olho por sobre a janela e vejo o céu cinza da chuva que acabara de cair. Então começo a lembrar da minha infância, da minha antiga casa, onde eu e meus irmãos fomos criados com todo esmero e carinho de nossos pais. Lembro-me daquele gran…
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Saudades daquele Tempo Deitado no quarto olho por sobre a janela e vejo o céu cinza da chuva que acabara de cair. Então começo a lembrar da minha infância, da minha antiga casa, onde eu e meus irmãos fomos criados com todo esmero e carinho de nossos pais. Lembro-me daquele grande quintal onde brincávamos o dia inteiro com nossos primos, amigos e vizinhos. Terra abençoada era aquela. Tudo que era plantado vingava, e tudo com um sabor a mais. Tangerina, laranja, cacau, açaí... Ah o açaí!!! Como era doce. Chego até a sentir o gosto em minha boca neste exato momento em que escrevo. Lembro como se fosse ontem meu pai me chamando daquele jeitinho dele: Leaaanndroooo... Me chamava para apanhar um cacho de açaí parou que acabara de ver naquela árvore perto da cerca do vizinho (a mesma que eu pulava quando fazia alguma travessura), mas não tirávamos o seu vinho, e sim ruíamos com farinha como originais caboclinhos. Tínhamos duas árvores de manga: uma dita “comum” e a outra “bacuri”. A primeira ficava logo na entrada do quintal, a segunda nos fundos, perto das pupunheiras. Ambas com frutos de sabores inigualáveis. E aquelas pupunheiras... Altas, mas não nos impedia de colher seus frutos. Parece que estou vendo meu irmão catando ripas para amarra-las umas as outras e fazendo um gancho de ferro para alcançar os cachos. Nossa casa não era muito grande, mas o suficiente para acolher todos nós. Adorava ouvir o barulho da chuva caindo no telhado, o som do vento batendo nas folhas das árvores, Um dia um grande escritor disse as seguintes palavras: “Não importa que a tenham demolido, a gente continua morando na velha casa em que nasceu”. De veras creio nisso, continuo morando sim, mas eu meu coração, em meus pensamentos. Não vou dizer que sinto falta, porque hoje sou feliz com tudo que tenho, mas sim que sinto eterna saudade daquele tempo, daquela casinha de madeira na Rua Lauro Sodré, onde passei mais da metade da minha vida, onde meus pais deram duro e não mediram esforços para nos criar, onde eu e meus irmãos aprendemos o verdadeiro valor que tem uma família. São tantos momentos bons. Coisas simples que não damos importância no momento em que a vivemos, mas depois de tempos percebemos o quão foram importantes em nossas vidas. É como se flores se abrissem aos nossos olhos... E isso se chama Felicidade!! (Leandro Maciel, Moju, 2014)