Frase de Sebastião O. Ferreira dos S.
Que nem alma penada vagando pelas ruas, escrevendo notas sobre coisas que ninguém escuta. Morrendo a cada trago ou gole, andando sozinho para que não me roubem a sorte, de sozinho estar. A cada palavra escrita é um demônio que se aquieta, buracos e pedras, não tenho com quem reclamar, me deixe sozinho ou me traga um taça de vinho e poderemos conversar. Dedos sujos, vocabulário imundo, vista grossa ao mundo, me deixe por cá, não me juntarei ao grupo, o dragão no escuro, só sai para se alimentar. O vento leva, o vento traz, segundos somam dias, e ela me dizia, que eu deveria me cuidar. O que pensar? Amigos desaparecem, o copo esvaziou, sozinho aqui estou e sozinho irei ficar.
No pensador.ai desde