Frase de Marcel Sena
Dúvida fúnebre (Marcel Sena) Achava que entendia o toque das suas mãos Achava que entendia a felicidade que o habitava Achava que entendia meu sorriso ao seu lado Achava que entendi esse amor outrora implantado. Algo que não deveria sentir toda semana vem Palavras sussurradas queimando em minha alma Pomar de dúvidas, insegurança e medo Dominam o coração de amor, afeto e esperança. As dúvidas me aprofundando em um rio congelado Com esvair da vida ato dramático mas necessário Para que a esperança ao meu alcance volte E exume o velho amor sepultado Uma luz cintilar na lamina do gelo tu és Clareando o fundo desse sepulcro aquático Onde parte de mim ainda esperar que você Me reavive desse tumulo para juntos viver.
No pensador.ai desde