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Frase de maria eduarda

Por favor, diga-me por onde anda aquelas meninas que faziam planos antes de dormir? Por onde andam os meninos que faziam serenatas embaixo de janelas mesmo sabendo que poderiam levar um balde de água na cabeça? Por onde estão os casais apaixonados que andavam no parque no domingo a tarde? Por onde andam as cartas de amor? Por onde anda tudo aqui que eu via pela minha janela, acabou, acabou todos os encantos de se estar apaixonado, acabou o prazer de amar e ser amado, as pessoas estão se tornando cada vez mais frias e menos sentimental, estão acabando com meus sonhos, com meus planos de amor verdadeiro.

maria eduarda

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Às vezes me pego pensando se era necessário realmente o fim. A gente não podia colocar uma vírgula no lugar desse ponto? A gente não podia chegar de mansinho e se apresentar mais uma vez um ao outro? Ir mais devagar nas declarações de amor infinito? Ou então quem sabe fazer melho…
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Às vezes me pego pensando se era necessário realmente o fim. A gente não podia colocar uma vírgula no lugar desse ponto? A gente não podia chegar de mansinho e se apresentar mais uma vez um ao outro? Ir mais devagar nas declarações de amor infinito? Ou então quem sabe fazer melhor, não dizer eu te amo e riscar da nossas vidas o "eu quero viver a mais linda eternidade com você"? A gente deixaria de ser hipócritas e começaríamos tudo outra vez, de um jeito novo.

Ai como me doe ver livros jogados ao chão, vê pessoas sofrendo sem perdão, como me doe amo e não ser amada, chorar e não ter ninguém para consolar-me, como me doe querer um abraço que nunca mais receberei, como me doe ver-te em outros braços que não sejam os meus, como me doe vê…
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Ai como me doe ver livros jogados ao chão, vê pessoas sofrendo sem perdão, como me doe amo e não ser amada, chorar e não ter ninguém para consolar-me, como me doe querer um abraço que nunca mais receberei, como me doe ver-te em outros braços que não sejam os meus, como me doe vê aquela criança todos os dias deitada no chão, como me doe ver esse mundo tão grande e saber que nem todos tem um lugar nele, como me doe ver casas abandonadas onde deveriam estar cheias de vida, de alegria, como me doe ver a tristeza que paira sobre nossas cabeças.