Frase de Ramon D. Souza
Soneto de ninguém É o silêncio que nos domina É a arte que nos mantém lúcidos É a guerra que nos intimida Mas, é a bondade que nos mantém puros. É o poema de alguém É um insulto que nos separa É a destruição que é vista do além Todavia, é a razão que nos ampara. É o cataclismo de uma civilização É a pureza de uma criança Também é a salvação É o otimismo que gera esperança É feito por nós e tudo que nos contém Apenas um soneto feito por ninguém.
No pensador.ai desde