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Frase de Andria Thalia

Só tu a marte As pessoas não compreendem ou talvez só não queiram entender, que esse jeito sem muito jeito é meu de ser, que eu também amo sem muito expressar. Às vezes sou como um disco furado, que as pessoas parecem gostar de por pra tocar, sem pensar que já foi muito arranhado. Que essa é minha forma, não da pra consertar. Eu tento não me importar, ao menos faço o possível pelo não que cabe nisso... Alguns questionam meu jeito de sorrir, meu jeito de abraçar, até de amar, parecem buscar resposta em tudo e em todos, questionam até a vírgula de um ponto final, que num todo é final. Eu não peço muito, na verdade pouco peço, costumo aceitar o que vem e como são, não costumo cobrar o que não tem, nunca fez meu estilo, eu só costumo a determinar o que faz bem sem modificar ou reciclar ninguém. Eu sempre fui à pessoa tranquila que guarda as lembranças e põe numa caixinha, que escuta músicas antigas e melodiosas, tem o costume de ficar só olhando o tudo e o nada, do nada por tudo e por nada. Há quem diga que já fui muito benévola e devaneadora, uma hora isso ia mudar. Em razão eu mudei um pouco, eu precisava. Tente entender que eu entendi, que nem sempre os dias serão ensolarados, às vezes a tempestade constante esfria mais rápido, e a gente só busca abrigo, refúgio para não se congelar por completo, você não sabe a inquietação que eu tive para manter a chama acesa, a aflição que milhares de pessoas têm para não deixar alguém morrer dentro de si, e esse alguém é a si mesmo, o quanto aperta conter a dor, ser molhado sob a coberta sem entender. Seria pedir demais que me entenda? Eu imagino que sim, a vida nos criou de formas diferentes, nos fez forte de formas diferentes, eu sei. Mas lembre-se, é lindo seu jeito de amar, se importar, demostrar, não se permita mudar pelo vento frio, às vezes ele é refrescante num dia de sol. Contudo entenda eu não sou mais assim isso já passou dentro de mim, quem sabe um dia eu volte a ser aquela menina com sorriso largo, que recebe com abraço que colhe as flores e te leva entre os braços, sem medo de parecer cafona ou antiquada porque também escreve e manda carta. Talvez eu retorne um dia, pouco sei que provável e isso assusta eu hoje ser um sorriso contido, um abraço retraído e um te amo me importando. Eu sei, não é o que você busca, todavia seja o que alguém um dia vai encontrar. É difícil compreender alguém tão sonhadora e tão realista. O tempo me ensinou desta maneira o será, aqui, lá, cá em outra vida, será feliz. Ate lá a gente rega, aduba, apara para as flores sejam azuis ou da cor que você mais gostar. Mas se não forem, entenda não dependia de você. Ninguém controla a chuva, o sol, o tempo ou o vendaval. Ninguém controla o jeito de ser, assim o tempo me fez ser. Eu tentei manter a radiação o sol, mas não deu e assim se deu, nasceu ou refloresceu uma flor azul mar-marinho como a marte que eu vivo a sonhar, como o azul infinito do universo que ela parti a viajar.

Andria Thalia

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Andria Thalia

Exatidão ou solidão No momento próprio, para alguma coisa, a permanência do tempo é uma estação. Às vezes dizem que pareço com as cores que absorvem a luz. Eu costumo gostar de azul, e no temporal de chuva e vento eu sempre perco o calor e um amor. Eu conservo a calma, e escrevo…
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Exatidão ou solidão No momento próprio, para alguma coisa, a permanência do tempo é uma estação. Às vezes dizem que pareço com as cores que absorvem a luz. Eu costumo gostar de azul, e no temporal de chuva e vento eu sempre perco o calor e um amor. Eu conservo a calma, e escrevo sobre a ausência que se situa no tempo. O assentimento é como um pedido de confirmação, a agitação violenta da atmosfera não balança mais meu coração. O verde ainda habita em seus olhos, penso que a incógnita é se ainda floresce em meu coração, ela costumava a ser como um jardim de inverno, que eu envidraçava e enchia de luz. Aos poucos ela foi perdendo o brilho, o movimento ou a ação, foi afrouxando e cessando de viver, finar-se, o temporal era um mar intenso, marítimo sofrimento profundo, desaparecendo de mim. Já não era quente, nem morna... Era o tempo com você. A pigmentação desaparecia em seu rosto. Eu queria cor, mas dava tempo ao tempo que a levou. Errei, acalmei, aceitei, esfrie, guardei, um pouco do que amei, e se amei. Ela desaparece em mim. Ah tempo que eu lembro, da impressão que a luz refletida em seus olhos dilatados, pelo seu corpo colorido, tom rosado de pele humana, era a expressividade de linguagem, realce e tom, feição coração profundo coral ornamental, vistosa flor era ela. E o vento, tempo ela levou com si. E eu aprendo a viver sem ti. Impassível de paixão, só um calor comunicativo. Foi à intermediação de uma grande paixão. A quem diga que foi uma grandeza de amor.

Espiral O que ser, quando descobrir na vastidão de diversas dimensões, que as estrelas correram atrás de ti, que elas dançavam com teu amor. Que o gigante caçador a natureza imitou, quando o universo surgiu em ti e as constelações espalhavam-se em teus olhos. O que ser, quando d…
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Espiral O que ser, quando descobrir na vastidão de diversas dimensões, que as estrelas correram atrás de ti, que elas dançavam com teu amor. Que o gigante caçador a natureza imitou, quando o universo surgiu em ti e as constelações espalhavam-se em teus olhos. O que ser, quando descobrir que o universo descansa em ti e as auroras colorem tua alma e mandam cartas em espiral, e um ser recebe cata-ventos no fim do começo, o azul é o início de infinitos tons, tentado acertar o amor que as estrelas costumavam a dançar. Então eu surgi no tempo, e o universo é uma xícara de café, praticamente composta com a mesma posição relativa na esfera celeste, com uns meteoritos doces dando a impressão de cair e as nebulosas pro que eu esqueci, quando vi o universo através de ti. E o que já era tempo? Eu me perdi, no espaço-tempo em ti. O que ser, quando se perde no espaço das estrelas e das galáxias... O que ser, quando se perde na sucessão dos anos, dos dias, das horas [...] das estações... Em ti.

Talvez Aos poucos eu me apaixono por um desconhecido, que clama pela esperança, que alimenta-se de energia, que sorrir com a natureza da alma. Ah, eu gostaria de sorrir quando o vejo, porém algo fica inibido, não é dentro de mim é da falta do que existe e ainda não sabemos. Por…
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Talvez Aos poucos eu me apaixono por um desconhecido, que clama pela esperança, que alimenta-se de energia, que sorrir com a natureza da alma. Ah, eu gostaria de sorrir quando o vejo, porém algo fica inibido, não é dentro de mim é da falta do que existe e ainda não sabemos. Por alguma razão nossos caminhos colidiram algumas vezes na vastidão colorida e composta por melodia, costumo dizer que desenhada à mão. Eu não sei quando, e enquanto isso eu ando vagando pela noite cantando, dançando, sorrindo, gritando, flutuando, em algum lugar ele pode me ouvir, e talvez perceba que o sorriso acontece dentro de mim. Então eu continuo a cantar e mais um pouco de criação eu estarei a imaginar, e lá você pode me escutar. Eu costumava a ser mais seria, e você passou e me distraiu, as madrugadas passaram a ser meu maior defensor. Durante o tempo em que eu situava, algumas flores deixei em varias mãos carregadas de sorriso, perfumadas com um cadinho de paz. Caminho, cantando, observando o céu carregado de tons azuis, cor de mar, cor imensidão, grande vastidão é o coração. Eu costumava a ser mais seria, até você chegar e me distrair sem reparar, seria bom você acreditar que existe paz em algum lugar, então faria sentido eu te olhar e sorrir sem esperar. Eu costumava a ser mais... Até você chegar. E algo vai mudar alguma coisa já mudou e continuará a metamorfose não deve parar. E eu, estarei pela noite a cantar, eu também costumava a lembrar... Eu costumo acreditar que o tempo é um cadinho da esperança que habita lá e cá. Seja no ponto azul terra/mar ou na estrela vermelha que costuma a palpitar. Talvez... O Tempo só seja a nossa indagação.

Estou indo Às vezes eu esqueço, que o caminho que eu fiz, eu nele nunca vou voltar. Para frente, em frente, sempre em frente... Para lua eu vou contar que eu cansei, então eu vou me perguntar, sobre os caminhos à frente e dizer, eu cansei de querer voltar. Por isso eu vou espera…
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Estou indo Às vezes eu esqueço, que o caminho que eu fiz, eu nele nunca vou voltar. Para frente, em frente, sempre em frente... Para lua eu vou contar que eu cansei, então eu vou me perguntar, sobre os caminhos à frente e dizer, eu cansei de querer voltar. Por isso eu vou esperar ou nem vou, só não vou voltar nem uma outra vez. Eu ei de caminhar, e encontrar o impaciente do sol que estar a me esperar. Eu estou indo...