Pular para o conteúdo

Frase de John Rabello de Carvalho

Jogar Conversa Fora ( Ou? ) Gosto De Pôr Para Fora O Que Sinto Em Minha Vasta Alma, Através Das Palavras, Por Meio Das Letras ; Sem Me Importar Se Essas Palavras Jamais Serão Lidas Ou Comentadas, O Que Me Importa É O Prazer Desse Momento, É O Que Sinto Ao Escrevê-las, Isso Me Dá Pleno Prazer Alimentando Minha Alma Transbordando Meu CoraÇão..., As Coisas Que Escrevo São Apenas Meus Pensamentos Vestindo Bellas Palavras. A Minha Boca Fala Do Que Está Cheio O Meu CoraÇão !!! ( Ser Poeta É Falar Com A Alma )

John Rabello de Carvalho

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de John Rabello de Carvalho

Vale Muito Mais Ter Pena Dos Vivos Do Que Respeito Pelos Mortos.
⁠SEGUNDA-FEIRA COM OZZY – UM RITUAL DE MEMÓRIAS E PRESSÁGIOS (Por John Rabello de Carvalho) Ontem era só mais uma segunda-feira comum.
Continuar lendo

⁠SEGUNDA-FEIRA COM OZZY – UM RITUAL DE MEMÓRIAS E PRESSÁGIOS (Por John Rabello de Carvalho) Ontem era só mais uma segunda-feira comum. Ou pelo menos, parecia ser… Mas às 9h da manhã, quando meu irmão Estevão me chamou e me perguntou: e aí cara, você viu a mensagem que te mandei? Respondi que não, então ele me chamou até a sua casa e me mostrou as carnes para um churrasco, com as cervejas e o vinho, algo estranho começou a tomar forma. Um espírito antigo acordava no som do primeiro riff... Ozzy Osbourne começava a cantar… E o tempo parou. Não sabíamos porquê, mas estávamos ali: Celebrando sem motivo. Brindando como profetas do nada. Rindo, lembrando histórias, ouvindo — de “Mr. Crowley” a “Mama I’m Coming Home”, como se fosse o último disco antes do fim do mundo. Falávamos dele, do Sabbath, da história, da loucura. Como se estivéssemos preparando uma despedida... …sem saber. E o dia passou inteiro assim. Ouvindo o Príncipe das Trevas. Mas quando a madrugada caiu… Veio o silêncio por dentro. Três e pouca da manhã. Ozzy ainda tocando em meu celular, e meu peito apertando como quem pressente o fim. Um choro travado. Uma tristeza sem nome. Como se o tempo estivesse me dizendo: "Isso que você sente é real. Você está de luto por algo que ainda não aconteceu." E então eu vi: Não era só sobre música. Era sobre tudo o que vivi até aqui. Era sobre mim mesmo, meu passado, minha juventude, meus medos, os fantasmas que gritam nos solos de guitarra. Era sobre a fragilidade do eterno. Hoje acordei e ainda ouço Ozzy. Mas não é mais ele cantando para mim. Sou eu cantando por ele. --- E então veio a notícia. A dor tomou forma. Infelizmente, nesta terça-feira, 22 de julho de 2025, meu coração vestiu o luto eterno, porque John Michael Osbourne, o eterno Príncipe — Ozzy — partiu deste mundo. E eu não sei como lhe dizer adeus… Mas creio, sim — creio que suas músicas viverão até o fim do mundo. Agora, apenas virão os dias, os meses, os anos, até que chegue a nossa vez… E quando chegar, espero ouvir, na travessia do além, um último acorde ecoando em trevas e abrindo a porta para a luz: "I’M GOING OFF THE RAILS ON A CRAZY TRAIN..." Descanse, Príncipe. Viva eternamente em cada alma que queima com tua voz despertando bons sentimentos.