Pular para o conteúdo

Frase de Neide Souza

Ausência No meu peito existe uma dor Tamanha, e com grande ardor. Tem cheiro, tem gosto e tem cor Tem nome, tem rosto e tem voz Tem até choro, riso e som... Ah!!! Tem cura essa melancolia? Quem dará jeito nesse coração que vive em aflição? Atormentado e em uma prisão. Escura e úmida feito a chuva no sertão. Em prantos com frio e entregue a solidão Que dor aguda feito um punhal a sangrar a alma Sem esperança de um anjo que venha e a acalma. Cruel Ausência, que me tira as forças e me leva a desfalência. Que tortura dia a dia, sem piedade e compaixão Deixando os destroços ao chão

Neide Souza

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Neide Souza

Onde estão os gestos de delicadeza? Onde estão as mãos que cuidam? Onde estão os olhares que observam?
Continuar lendo

Onde estão os gestos de delicadeza? Onde estão as mãos que cuidam? Onde estão os olhares que observam? Onde estão os ombros que consolam? Onde estão os abraços de solidariedade? Onde estão os corações que se compadecem? Onde estão as palavras que aconselham? Onde estão os braços que apoiam? Onde estão os ouvidos que escutam? Onde estão os passos que guiam? Onde está o toque que acalenta? Onde está o sorriso que alimenta? Onde está o calor que une? Onde está O Ser Humano?

SENTENÇA Minha sentença é viver sem o teu amor.. Sofrer essa dor,
Continuar lendo

SENTENÇA Minha sentença é viver sem o teu amor.. Sofrer essa dor, Que é como um punhal que penetra minha alma, Sem piedade e compaixão, Sem culpa, me fere o coração... O Homem é para a sentença, A sentença é para o Homem, O tempo todo somos vigiados, Chegamos à ser julgados e até condenados. Qual a culpa? Qual o pecado? Amar.... Minha sentença é a saudade, O amargo de todo e qualquer sentimento... Que dia a pós dia nos tortura, Com sua rispidez e frieza, Que é dura como uma rocha, Insensível como, O olhar de quem um dia dizia me amar... Minha sentença é viver só.... No meio de uma multidão que corre Para alcançar seus objetivos de pedra, De queda.... Minha sentença é a indiferença... Daqueles que me rodeiam, Que me bajularam e, ou ainda bajulam Quando é do seu interesse... Quando os convêm.. Quando é para o seu bem. Minha sentença é viver longe Do abraço, dos braços. Do laço ... Minha sentença é chorar, Deixar rolar a lágrima da sua ausência, Transparecer por eles, a minha condição, Que é viver esperando... Por aquilo que talvez nunca virá.. Nunca chegará... Mas com a certeza de que, Jamais passará... Nunca acabará. Seria essa a pior de todas as Sentenças?

Despedida Triste é a despedida... De dois corações partidos...
Continuar lendo

Despedida Triste é a despedida... De dois corações partidos... Triste é a despedida... Se enganam os que pensam que na despedida parte também o amor... Que tudo morre... Que nada resta... Enganam-se os corações partidos! Para o amor não existe despedida... Para o amor não existe partida... Os corpos se foram... Mas ficou o sonho... Sonho vivo de ser feliz... De renascer em outros braços a felicidade... Que em vida... Não foi vivida... Adormecerei agarrado a saudade.. Querendo apenas sentir a tua magia e encanto... Hoje, a dor me consome o peito... Sufoca meus desejos... Faz meus olhos chorar... Busco recordações dos momentos em que você foi todo meu encanto. E amanhã... Somente o desencanto... De um amor... Intenso... Imenso... infinito... Tatuado no peito... Onde a dor da saudade e me faz lembrar... Nossa despedida...

CAIPIRONA Vestido de chita As perna arrebita
Continuar lendo

CAIPIRONA Vestido de chita As perna arrebita De pé no chão Não tem jeito não Essa moça é prendada De saia rodada E calo na mão. Corre livre Como cavalo selvagem Sem cercas Sem cela E sem solidão. A alegria é seu trunfo O sorriso seu troféu Carrega nos lábios o doce do mel. Seu jeito tão rústico De casca grossa E olhar atento Tranças compridas Tem um encanto Debaixo daquele chapéu Mas se provoca a moça Ela vira fel. Caipirona levada De coração quente Sem frescura na mente Que enfrenta o roçado Sem medo do perigo Sabendo que a terra é seu abrigo. Que deita na grama Se lambuza na lama Toma banho na chuva E não usa armadura Há quem a inveje Há quem a tente domar E sua simplicidade querem mudar Mas não adianta A moça é tinhosa, e gosta de desafiá Mas seu coração já tem dono E somente esse amor a faz acalmar. Eita caipirona Eita moça formosa Que gosta de rosa De moda de viola E vive a bailar. Sem preconceitos Sem mesmice Sem quem a faça ser infeliz. E carrega na veia Esse mundão de Deus E é feliz do jeito que Deus quis.