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Frase de Emily Brontë

Dormindo Nunca encontrei a felicidade dormindo; A memória se recusa sempre a morrer, E votei minha alma ao secreto mistério, Para viver e suspirar de esperança e nostalgia. Nunca encontrei o repouso dormindo; Pois as sombras dos mortos, Que meus olhos acordados nunca saberia distinguir, Assaltam minha cabeceira. Nunca encontrei a esperança dormindo: No mais intenso da minha noite, eu os vejo chegar, E estender sobre as paredes de profundas trevas O mais epesso véu do seu triste cortejo. Nunca encontrei a coragem dormindo. Onde eu teria podido arrancar um força nova; Mas o mar em que vago é batido pelas tempestades, E a onda é mais negra. Nunca encontrei a amizade dormindo, Para acalmar a dor e me ajudar a sofrer; Os olhares da noite são pejados de desprezo E me deixam abandonada ao meu desespero. Nunca encontrei o desejo dormindo Para atiçar o fogo morto do meu coração. Meu único desejo é atingir o esquecimento E o sono eterno em que mergulha a morte.

Emily Brontë

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Que vaidosos cata-ventos somos nós! Eu, que resolvera libertar-me de todo o trato social e que abençoava minha boa estrela, que, afinal, me fizera descobrir um lugar onde ele era quase impossível, eu, fraca criatura, depois de ter mantido até a noitinha uma luta contra o abatimen…
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Que vaidosos cata-ventos somos nós! Eu, que resolvera libertar-me de todo o trato social e que abençoava minha boa estrela, que, afinal, me fizera descobrir um lugar onde ele era quase impossível, eu, fraca criatura, depois de ter mantido até a noitinha uma luta contra o abatimento e a solidão, vi-me finalmente compelido a arriar bandeira.