Frase de Prof. Me. Jeferson Botelho Pereira
O silêncio da maldade Era madrugada na capital Mundial do amor fraterno O céu anunciava belo dia De sol irradiante Tempo assaz incandescente Na cidade do Amor Fraterno A sociedade adormecida O silêncio tomava conta da noite No Centro da cidade dupla Evidência de maldade E maus-tratos O descaso desumano Com animais sencientes Os maus tratos humanos Desumanos e voraz A irresponsabilidade do Pode Público Adormecido na inércia Podres poderes, enojados As estrelas reluziam Incompetência e desprezo De falsos gestores que Se afirmam e se impulsionam Pela sede do poder Político-econômico Ojeriza que se alastra Abundante e contínua O lixo da maldade e do desamor Alimenta a vida de animais Inocentes, de personalidade Jurídica sui generis Diante do descaso de desumanos Pobre validade de vida lotérica Que depende do resultado do Cilada social e sagacidade Abjeta e cruel Revolta-se, indigna-se Voraz e desumana Revela-se, firme e altaneira Nojo dessa gente Desumana que se alastra Simbolizada e impregnada Nas madrugadas da cidade Onde o silêncio se cala Diante do mar de impurezas E atrocidades públicas Gente pobre e incruenta
Prof. Me. Jeferson Botelho Pereira
No pensador.ai desde