Frase de Isabel Morais Ribeiro Fonseca
SOU UM ESPĂRITO đŠ Sou um espĂrito triste que murmura Sozinho entre a solidĂŁo que sente Neste silĂȘncio lĂșgubre da escuridĂŁo Sou um espectro, uma sombra escura Que foi pedir uma poesia aos mortos Os vivos nada sabem ou querem saber Sou uma dĂșbia luz perdida nas fragas Uma sombra escura esquecida na serra IlusĂ”es de falecidas formas mentirosas Que enfrenta-me sustenta-me alimenta-me Absorve-me que em mim, vive depois morre Sou um espectro solitĂĄrio, espĂrito eterno Que faz a poesia flutuar pelo universo Mistura-se com o vento para eternizar a alma Remorso nĂŁo tem, muito menos arrependimento.
No pensador.ai desde