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Frase de Pr. Gersé Jordão da Silva

Até para se achar um endereço necessitamos de uma referencia, por que então para se achar um padrão ético seguro não se pode ter um referencial? A quem interessa a não existência de um padrão ético universal? Tem isto a ver com a indústria da pornografia (cinema, canais de televisão, gravadores, editoras, etc), com os que lucram com a venda de drogas lícitas e ilícitas, com as casas de prostituições, com o movimento LGBT, etc? O que isto tem a ver com os que ditam as modas, as confeccionam e as vendem? É possível viver sem um padrão ético? Se o é, por que existem leis? Não são elas o estabelecimento de limites a dizer até onde se pode ir ou não? Se o é, não teve que se tomar um ponto de partida, um padrão moral como referencial ético, ainda que este seja o mais baixo ou vil? O que tem sido determinante na escolha de um referencial ético (padrão) a seguir? Por que é universal e moralmente correto, ou por que é o que eu quero que seja? Se se tem tomado um ponto de partida (um referencial) para o estabelecimento dos padrões éticos atuais, qual o referencial mais seguro para a humanidade? Ela própria, com suas falhas morais, ou algo para além dela, mais precisamente o seu Criador? Melhor, quem determina as regras, quem é criado ou quem cria? Exemplo: Se você criasse ou desenvolvesse um computador, você queria que ele funcionasse do jeito que ele quisesse ou do seu jeito? Esta sociedade atual, em seu galopante estado de degradação moral, tem condições de estabelecer um padrão ético a se seguir, ainda que a maioria o defenda por já ser um comportamento largamente adotado?

Pr. Gersé Jordão da Silva

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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A mentira engana, escraviza e mata; a verdade edifica, liberta e dá vida eterna. Uma mentira religiosa tem consequências mais graves do que a violência: esta mata o corpo, aquela mata a alma. O propósito da religião é religar o ser humano ao Criador. Porém, digo com dor, que um…
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A mentira engana, escraviza e mata; a verdade edifica, liberta e dá vida eterna. Uma mentira religiosa tem consequências mais graves do que a violência: esta mata o corpo, aquela mata a alma. O propósito da religião é religar o ser humano ao Criador. Porém, digo com dor, que uma religião que se estrutura na mentira, o homem de Deus desliga. Se se pode religar, o que um dia foi desligado. Foi isto que ocorreu quando o ser humano deu lugar em sua vida ao pecado contra o Seu Criador. Como Criador do universo somente existe um, então o termo Religião só faz jus quando aplicado ao Real Criador. A região que se fundamenta em tradições humanas mentirosas, anula e/ou abandona, segundo Jesus, a Palavra de Deus, que é a verdade. Uma grande mentira é afirmar a relatividade da verdade, colocando-a sujeita a subjetividade da tirania da individualidade do ser humano caído e inclinado à mentira. É bom que se diga que a verdade precede e está acima da humanidade, pois a verdade é tão eterna quanto o é o Criador. Uma afirmação ou é verdade ou é mentira. Jamais verdade e mentira ao mesmo tempo como prega a doutrina da relatividade. Existem diferentes níveis no conhecimento da verdade, os quais vão desde o menor até o mais elevado grau possível ao ser humano. Quanto mais o nosso conhecimento se aproxima comprovadamente da verdade, mais elevado é o nosso conhecimento da verdade. Jamais relatividade da verdade, pois esta põe em dúvida a verdade e até mesmo a nega, põe em conflito os seres humanos como sujeitos do conhecimento e, por fim, atentam contra o Criador e Sua Revelação, a Bíblia. Defendendo-se a relatividade, defende-se que qualquer mentira é verdadeira, uma vez que cada um pode de forma consciente e pelas razões mais vis defender sua mentira como verdade.

O rico insensato faz da riqueza o seu deus e, ainda, por tabela, a si próprio como seu deus. Já o pobre cobiçoso, faz da pobreza sua causa de revolta contra o seu semelhante e contra o verdadeiro Deus, seu Criador. Porém, tanto um quanto o outro, são igualmente adoradores da riqu…
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O rico insensato faz da riqueza o seu deus e, ainda, por tabela, a si próprio como seu deus. Já o pobre cobiçoso, faz da pobreza sua causa de revolta contra o seu semelhante e contra o verdadeiro Deus, seu Criador. Porém, tanto um quanto o outro, são igualmente adoradores da riqueza (idolatria). Um, por possuir a riqueza e, o outro, por querer possuí-la.