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Frase de Tiago Amaral

Estrada do Sol Um beijo, sim um beijo nas profundezas da tua alma e que acenda... luminosamente. Explodindo como fogos de artifícios, composto de estrelas. E um sonho bom de sonhar, seria toda tua sinuosidade, sobre minha cama. Fitada sobre meus olhos, olhares. Encantados e profundos. Aprofundados numa profunda admiração pelo seu corpo. E quando eu penso em alguém é nela que eu penso, é nela que eu penso, é nela que eu simplesmente penso. É em, Carolina, que eu penso. Nessa joia rara e preciosa, nessa bela flor de girassol, de nome Carol. É na solidão que eu penso que é tão irresistível quanto minha paixão, tão irresistível quanto meu amor. É na estrada que eu penso, sim, na estrada. Na estrada do verde. E na estrada do azul. Nas estradas das montanhas. Na psicodélica estrada do arco-íris. E na linda estrada das estrelas. E na belíssima e radiante estrada do sol.

Tiago Amaral

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Tiago Amaral

Escrevendo no meio do nada em uma cabana enquanto paro para observar a lua cheia e contemplar ela.
Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado…
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Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado a vagar parado, enquanto esperava com tamanha agonia a sua vez. E meio ao um corredor cujo em minha mente as paredes se rachavam enquanto tudo escurecia. E as luzes aparentava-se serem lâmpadas velhas, amareladas. E aqueles corpos vivos as esperas, pareciam diante dos meus olhos como almas a sofrer no purgatório dos vivos. E sentia-me eu como um anjo em um corredor de hospital abandonado. Cujo o teto gotejava por cima das teias que teciam as aranhas que ali moravam. Eu tinha então a sensação de pisar em pedras cuja tais pareciam serem úmidas e frias. Que eu sentia através dos meus pés toda a frieza daquele lugar, tão triste quanto sombrio. Era um corredor terrivelmente tenebroso diante de mim. E os meus olhos testemunhara toda aquela melancolia e tristeza. Eu sentia por dentro que minha alma não mostrava o que o meu corpo mostrava. Que era uma total completa sensação de tristeza e pena profunda. E todos que passavam pelo corredor caminhavam a sim com um semblante triste, preocupados, chorando em meio a uma agoniante, agonia profunda. Tanto que me doía a alma, então eu também chorava, de corpo como de alma. E tudo isso eu notei antes mesmo de entrar naquele hospital, no qual como anjo, me fazia tão mal.