Frase de Anna Flávia Schmitt
Tudo o que une o arquipélago e o continente ao povo originário, surgiu fortemente na mente, Atacama, Chané, Charrúa e Chorote, e vejo que vir a encontrar os teus olhos não é questão de sorte. Tudo o que une o continente e o arquipélago ao povo originário, trago comigo simplesmente, Chulupí, Comechingón, Diaguita e Guaraní, não nego que te admiro desde o primeiro dia que eu te vi. Tudo em mim tem a cor de Ceibo que do continente mira o arquipélago, e com um poemário e profundo jeito, Huarpe, Kolla, Lule, Mbyá Guaraní, e esperar o que há para ser revelado, todo o dia é mais um que resisti. Na ventania e no curso do rio que encontra o mar há algo que entre nós está para surgir, Ao escutar canções e sentir algo Mocoví, Ocloya, Pampa e Pehuenche, em revelação no sul do sul continente. Do arquipélago, do continente, do rio e o encontro com o mar, Tudo nos leva a nos encontrar, porque temos a urgência de amar; Pilagá, Quechua, Ranquel e Sanavirón, sabemos as rotas para os encontrar. Seja na terra, na água ou no ar, está escrito no Hemisfério Austral que o que há de mais romântico há de brindar; Selk'nam, Tapiete, Mapuche e Tehuelche, Nada deles a gente nem por um instante a gente não esquece. Não é hoje que tenho escrito que a gente se combina e se merece; Não há nada que desvie o destino quando conhece da raiz até o caminho em cantos de Toba, Tonocoté, Vilela e Wichí, não me importo com quem duvide ou pensa que o céu é o limite, ou pense que a história acabou ou esqueci.
No pensador.ai desde