Frase de J. G. de Araújo Jorge
Noturno Agora, à noite, fujo às vezes e aporto em algum bar Como antigamente. Marinheiro do amor, de porto em porto, a vida como um navio, de mar em mar... Pensei que tinha lançado ancora, que plantara raízes, que não partiria mais. E de repente, desarvoraste meu destino, e te foste - volto a ser o antigo marinheiro - e sozinho, preciso embebedar-me, agora num navio encalhado, sem mar...
No pensador.ai desde