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Frase de Sérgio Antunes de Freitas

⁠PASSOS PERDIDOS Passos! Passos! Passos! O mesmo chão se abrindo em perspectivas. Imagens, porém, retroativas! Passos à frente, em direção ao passado. Jornada da vida. Passos transatos. Se for reto, chegar-se-á em algum lugar. Passos solitários! Passos! Passos! Passos! Destino errante. Se mudar o ângulo, chegar-se-á em outro? Marcha inconstante. Passos trôpegos, Companheiro! A mó da fazenda imitando a vida inclemente. Um sofrimento comum. A lida de tanta gente, Sem chegar a lugar nenhum. Pilão d’água marcando o tempo nefando! Martelando! Até quando? Até quando? Até quando? Passos já desapegados. Tantas pegadas! Em breve, apagadas! Passos! Passos! Passos! Jogados pelo caminho, Os beijos e os abraços. Sérgio Antunes de Freitas Fevereiro de 2022

Sérgio Antunes de Freitas

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Pensador.com

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Meus amigos são todos assim: metade loucura, outra metade santidade. Escolho-os não pela pele, mas pela pupila, que tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta. Não quero só o ombro ou o colo, quero também sua…
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Meus amigos são todos assim: metade loucura, outra metade santidade. Escolho-os não pela pele, mas pela pupila, que tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta. Não quero só o ombro ou o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto...

MEU POEMA PREDILETO O azul, a lua enfeita; Cena feita de outrora.
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MEU POEMA PREDILETO O azul, a lua enfeita; Cena feita de outrora. Afloram horas de saudades, Das auroras e dos poentes, Lourejantes, em carmesim. De tanto olhar para o céu, enfim, O céu olhou para mim. Percorri décadas de poesias! Quadrinhas, sonetos, trovas, Concretas, líricas, Dramáticas e épicas, Muitos metros metrificados, Redondilhas maiores, menores, Amores em versos espalhados! Das rimas ricas que ouvi na vida, Das vidas que vi nas rimas, Em uma coletânea completa, Esquecidos, todos os dilemas, Abstraídos, todos os problemas, Vem o mais belo dos poemas, Chegou a Cora, a minha neta. Sérgio Antunes de Freitas 23 de novembro de 2022 ⁠