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Frase de Gabriel Amorim

Medo de Não Ser Correspondido no Amor O medo de não ser correspondido no amor é um espectro silencioso que assombra os corações mais corajosos. Ele se esconde nas sombras das incertezas e das dúvidas, fazendo-se presente em cada suspiro de esperança que hesita antes de se transformar em um ato de coragem. Este medo é como um vasto oceano, cujas ondas tumultuosas ameaçam engolir o espírito daqueles que se atrevem a mergulhar em suas profundezas. A expectativa de amor não correspondido é um peso que se arrasta, uma sombra que se projeta nas noites mais solitárias. É o temor de se oferecer inteiramente, apenas para encontrar um vazio em retorno, um deserto onde a esperança de um afeto recíproco deveria florescer. Cada gesto, cada palavra e cada olhar se tornam um desafio pessoal, uma luta entre a vulnerabilidade e a proteção, entre o desejo ardente e o receio constante de um desapontamento. É um medo que molda a maneira como amamos, condicionando-nos a construir paredes em torno do coração, a proteger-nos da dor antes mesmo que ela tenha a chance de nos atingir. A incerteza nos faz hesitar, questionar e, muitas vezes, recuar. No entanto, mesmo no silêncio das nossas inseguranças, o amor continua a se manifestar em seus próprios termos, desafiando-nos a superar as barreiras que erigimos. O medo de não ser correspondido no amor não é apenas uma sombra; é também uma oportunidade para o crescimento pessoal. É um convite a enfrentar a vulnerabilidade e a reconhecer que, embora o retorno possa não ser garantido, a beleza do ato de amar reside na sua autenticidade e na coragem de se entregar. A verdadeira coragem não está na ausência do medo, mas na disposição de amar apesar dele. No final, mesmo que o amor que buscamos não seja correspondido como desejamos, o ato de amar e a disposição de se expor são vitais. Eles nos ensinam sobre a força que não sabíamos que possuíamos e sobre a capacidade de encontrar beleza e significado nas jornadas mais incertas. E assim, mesmo com o medo constante, a busca por um amor verdadeiro continua a ser uma das experiências mais humanas e profundamente transformadoras que podemos viver.

Gabriel Amorim

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Pensador.com

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Escorpião Escorpião, fure meus globos Inchaço Globo vermelho Sangra. Vaza. Fecha. Morro. Sangra. Vaza. Fecha. Respiro. Meu corpo se revolta Estou pingando Faça isso parar! Minha glândula salivar Que rebelde, maldita Pare Te imploro Acabe logo com isso …’’.’.’.’.’.’......’.’.’’............... .”....”.’.”.””.”.”..’.’.’.’. Não posso enxergar Anoitece ao meio do dia Acaba-se tudo as quinze horas ………….,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, Canso e caio No poço, no fundo Manso morro De roupa, imundo

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⁠Num abismo sombrio de desespero, O transtorno de Borderline se abriga, Um mar de melancolia, vazio e austero, O amor e a intensidade numa dança intriga. Na alma, um vendaval de emoções devastadoras, Amor intenso, mas fugaz como a madrugada, A valorização se esvai como sombras fugidias, Enquanto a desvalorização inflama a ferida. A autoestima se esvai em fragmentos dispersos, Como um espelho partido, cacos em agonia, A busca incessante por uma identidade. Mas na melancolia, há um chamado de esperança, Na aceitação e compreensão do sofrimento, A luz tênue brilha na busca da bonança.