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Frase de M.F

Aparentemente um ambiente familiar onde as pessoas sentem-se felizes trabalhando, contudo estamos neuroticamente cientes da perversidade do homem. O assunto em questão tem levantado bastante suspeitas sobre mim, embora eu seja uma infiltrada penso que aos poucos estou me tornando um deles. meu QI tem diminuído de forma drástica. Todas as noites, eu verifico se não me tornei uma barata, é certo que ando lendo Kafka em excesso, mas espero que o caro leitor esteja ciente da metáfora que lhes fora apresentada. Se já leu ''A metamorfose'' certamente entenderá. Ontem quando eu caminhava em direção ao meu martírio uma borboleta pousou ao meu lado, eu não a olhei fixamente, fiquei com medo. O belo com seus fários mais cegaria um marinheiro do que lhe apontaria o caminho certo. Eu caminhava para minha morte e coincidentemente ela também. Eu não sei se serei capaz de julgar as coisas de seu coração, mas em meu peito pesou um suspiro de quem sabe da ressurreição. Revivemos no fim do dia para morrermos no outro, assim, diversas vezes. Ela, contato, não imaginara o que havia em meu peito. Aqui levanto uma ressalva por detestar os poetas: peito é cabeça. Juro que meu intuito não é falar sobre os poetas, embora seja meu desejo falar inúmeras formas de acabar com um poeta e ainda induzir você a matar um por dia. Eles escrevem mentiras para enfeitar mentiras. Tudo para expor seu sentimentalismo barato de uma vida triste. A exemplo: O poeta escreve ''Os meus dias foram cinzas depois que Madelaine partiu, mas em meu peito algo festivo brotava, eu estava feliz'' ou ''Os meus dias foram cinzas depois que Madelaine partiu, mas em meu peito algo sombrio brotava, eu era um saco cheio de ciumes e angustia''. Sem mais delongas, voltemos ao assunto inicial. Seria sobre a borboleta, farol ou imundice humana? Todos eles. Penso apenas na borboleta. A morte que nos une em alguns poucos minutos é a mesma que nos separa em longas horas. Eu diria isso a ela de forma poética, pois sou poeta, logo mentirosa, embora eu não queira esta nomenclatura que desprezo. Como eu poderia me intitular alguém que escreve sem utilizar o nome ''poeta''?

M.F

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Se teu palpite é que eu estava mendigando teu abraço. Devias jogar na mega sena. O último antes de eu desentupir todo esse troço das minhas artérias – Desculpe-me o mau uso da palavra troço. No meu vocabulário troço se define como algo indeterminado- Não consigo viver com isso tu…
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Se teu palpite é que eu estava mendigando teu abraço. Devias jogar na mega sena. O último antes de eu desentupir todo esse troço das minhas artérias – Desculpe-me o mau uso da palavra troço. No meu vocabulário troço se define como algo indeterminado- Não consigo viver com isso tudo no peito. Tu que és o dono do meu mais puro amor, menino. É pra ti que eu guardarei todo esse troço drenado das minhas veias. No entanto, nem uma linha a mais sobre tu escreverei, não por não querer, meu bem; Eu quero ao extremo falar dos teus olhos azuis e do teu cabelo cor de areia. Mas não há poesia barata que me leve ao passado ou te traga no presente. Pois teu ri(s)o caiu em outro (a)mar. Guarda tu também um aconchego, pois nunca se sabe onde começa meu mar. Se porventura, tu ainda tens meu desenho bobo de um coração colorido e ainda não sabes o significado : É todo o meu sentimento por ti – De fato o titulo faz jus ao que eu pensava sobre sentimentalismo- Podes tu ainda duvidar deles outrora e agora, mas sempre estiveram aqui, semelhantes às células cancerígenas. Escondidos. De ti carrego o pingo do juízo que tu me deste mesmo sem saber, sorrisos e o desejo de morar nos teus abraços. Tenho algo pra te dar: Aracati é tua, como também a canção ‘’Quando bate aquela saudade’’ de Rubel. Eu te amo. P.S: Pra sempre sua.